G1- Estudantes fazem protesto em frente a reitoria de universidade em SP

Alunos reivindicavam melhores condições nas instalações da Unifesp. Cerca de 200 alunos estavam reunidos na Avenida Sena Madureira.

Alunos da Unifesp durante protesto na Zona Sul de SP (Foto: Rafael Sampaio/G1)Alunos da Unifesp durante protesto na Zona Sul de SP (Foto: Rafael Sampaio/G1)

Cerca de 200 estudantes protestavam na Avenida Sena Madureira, na Vila Mariana, bairro da Zona Sul de São Paulo, às 17h30 desta sexta-feira (20). Segundo a Polícia Militar, a manifestação era pacífica.

O grupo, formado por alunos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), reclama da infraestrutura da instituição e cobra melhores condições de estudo. Alunos do campus da capital paulista, por exemplo, onde funcionam principalmente cursos da área da saúde, afirmam que algumas aulas são dadas de forma precária em residências. “As salas são separadas por divisórias. Quando chove, enche de água porque tem infiltração no teto”, reclama Gisele Vieira, aluna de medicina e diretora do centro acadêmico do curso.

Universitários afirmaram ao G1 que os cursos do campus de Guarulhos entraram em greve há 29 dias, também devido a problemas de estrutura. A assessoria da Unifesp disse que as reivindicações dos alunos foram respondidas e que um “comando de greve se recusou a negociação, paralisando parcialmente as atividades do campus [Guarulhos] antes de qualquer diálogo”.

Albanett Barreto, também aluna do curso de medicina e diretora do centro acadêmico, afirmou que o protesto era unificado entre os seis campi da Uniesp. O ato começou às 13h, de acordo com os alunos, e teve concentração na Rua Pedro de Toledo por volta das 15h30. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), às 16h20 eles chegaram à Avenida Sena Madureira, onde fica a reitoria da universidade.

A proposta dos alunos é entregar um manifesto com as reivindicações para o reitor, Walter Manna Albertoni. “O reitor não quer sair do prédio para vir falar conosco. Ele propôs que subisse um representante de cada campus, mas já fizemos isso antes e não deu em nada”, reclamou Albanett.

Outras críticas dos estudantes são com relação à biblioteca e o bandejão da Unifesp. No campus de São Paulo, segundo os alunos de medicina, o horário de funcionamento da biblioteca foi reduzido -ela não abre mais aos fins de semana e fecha às 19h, uma hora depois do fim das aulas, o que inviabiliza a retirada de livros.

Aluno do curso de relações internacionais do campus de Osasco, na Grande São Paulo, João Victor Cardoso diz que a expansão da universidade tem sido feita sem planejamento. “Eles [a reitoria] pegam um prédio da prefeitura, pintam e entregam. Não tem biblioteca, não tem computador, e depois aparecem os problemas como rachaduras.”

 

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/04/estudantes-fazem-protesto-em-frente-reitoria-de-universidade-em-sp.html

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