Comissão de alunos na reitoria em 08/05/2012

Conforme decisão da plenária do Comando de Greve do dia 07 de maio de 2012, foi designada uma comissão de alunos da UNIFESP Campus Guarulhos, em greve desde o dia 22 de março, para dialogar com a Reitoria. O objetivo deste diálogo foi o de repassar ao Reitor uma decisão do Movimento tirada em Assembleia Geral, de que as negociações com a Reitoria seriam feitas no Campus Guarulhos, em audiência pública com presença do Magnífico Reitor da UNIFESP, Prof. Walter Manna Albertoni.

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Comissão de alunos na Reitoria

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100 respostas para Comissão de alunos na reitoria em 08/05/2012

  1. E ai como fica? disse:

    Isso tudo não vai dar em nada.Perderemos o semestre ou simplesmente teremos de fazer um período atrás do outro, sem férias ou tempo para descansar. A pergunta, porém, continua: o que faremos no ano que vem, com mais alunos e sem espaço? Teremos outra greve e ai um 2012 versão 2.0?

    • ReeSeeker disse:

      SIMPLES, É SÓ EXPULSAR OS GREVISTAS, AÍ TERÁ ESPAÇO PARA NOVOS ALUNOS. OS QUE QUEIRAM ESTUDAR, E NAO FAZER BADERNA. O ENSINO MEDIO ACABOU NÉ GENTE. BADERNA A GENTE FAZIA QUANDO TINHAMOS 14 ANOS!!!

  2. EXTRA! EXTRA! EXTRA! EXTRA! EXTRA! EXTRA! EXTRA!

    NOTÍCIA EXTRAORDINÁRIA DECORRENTE DA GREVE E OCUPAÇÃO!

    A GREVE E A OCUPAÇÃO NA UNIFESP RESULTOU EM GRANDE DIVULGAÇÃO PELA MÍDIA. LEVANDO A PRECARIZAÇÃO DO CAMPU A TODAS AS PARTES DO BRASIL, AGORA VEJAM O QUE ESTÁ DEIXANDO AGITADA A DIREÇÃO DA UNIFESP (e os lacaios “ALPHACETES ESCROTINHOS”):

    – COMPROMISSO DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO: nomeação de REPRESENTANTE para acompanhar NEGOCIAÇÕES entre os ESTUDANTES e a UNIFESP.

    – COMPROMISSO DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO: convocação da REITORIA para AUDIÊNCIA PÚBLICA e os ESDUDANTES ESTÃO CONVIDADOS!

    ASSEMBLÉIA GERAL DIA 10/05/2012 – 19h00min – PARTICIPEM!

    • Vinícius de Oliveira Bessi disse:

      Acho que sua informação está errada eim. O que foi passado é a participação de dois vereadores de Guarulhos que dizem ter ligação com o ministro da educação Mercadante. Ou seja, menos manobras eleitoreiras e mais fatos por favor.

      • Alpha disse:

        Vinícius, acho que você está dando mais crédito ao Juraci do que ele realmente merece. Não faça caso, se essa informação fosse procedente, com certeza esse site já teria publicado. Não esqueça de que está lidando com um falastrão.

      • ALEF disse:

        Juraci fanfarrão, dá um pouquinho desse ácido, pra gente viajar também!

      • Vinícius de Oliveira Bessi disse:

        Não é dar crédito, eu to levando essa situação muito séria. Ficar apenas na gozação e na depreciação sarcástica com ele é o que ele quer, não percebe-se que esse tipo de pessoa representa um perigo para a comunidade acadêmica?
        É para se pensar tem zilhões de partidos e representantes de empresas dentro da nossa instituição de ensino determinando e influenciando o que acontece por lá, e em nome do que? Do fim da precarização do campus obviamente que não, pois se fosse eles tomariam medidas prática potencialmente eficazes, o que eles de caso pensado não fazem. Esse rodeio em torno das críticas abstratas do capitalismo, burocracia, burguesia, dos 48 alunos processados, etc, etc é uma ladainha que cumpre bem o objetivo deles, atrair pessoas com ideiais simpatizantes de esquerda para lhes dar força e afastar quem não esse tipo de afinidade política e ideológica, dessa maneira ficam livres e com poder para cumprir os seus reais objetivos.
        Sério mesmo to muito preocupado com isso tudo, desde as condições de estudo que temos até a intervenção malévola desse pessoal. Eles estão conseguindo destruir o que mais conta no campus, as relações entre os alunos, são amigos brigando, pessoas sendo levadas a correr riscos desnecessários e em nome do que? Do campus Guarulhos Pimentas da Unifesp? É óbvio que não, portanto é de se pensar como resolver esse problema. Daí o manifesto.

      • Alpha disse:

        Se esse blog for um termômetro para medir o grau de simpatia discente em relação à greve, então dá para pensar que, ao menos, os termos muito propagados por esse grupo andam bem desgastados e os estudantes realmente estão de saco cheio dessa ladainha. Não nego que talvez seja um momento de crise no corpo discente, mas tenho para mim que isso também pode ser visto como uma abertura a mudanças, por exemplo, dado o extremo a que isso chegou, creio que as conversas sobre a estruturação do movimento estudantil no campus ganharão mais força.

        Há uma outra coisa que acho bem assombrosa em relação a todo esse acontecido, que é a facilidade com que os alunos de humanidades são seduzidos por ideias tais como as propagadas pelos idealizadores desse blog, em momento algum a gente vê moderação ou prudência nos discursos, é como se entrassem na universidade para que alguém lhes conduzissem a partir de dizeres que correspondem ao que essas pessoas querem ouvir. Nesse ponto, imagino, tem-se a ignorância em seu lado mais perverso, pois o corpo coletivo intelectualmente amorfo simplesmente é levado a pensar como “viáveis” alguns comportamentos que, individualmente, seriam tidos por absurdo. Isso revela o despreparo e a fragilidade que muitos possuem ao comprar tais ideais, pois é de se perguntar “qual é o tamanho de um abstrato?” Ora, ele teria o tamanho que você quiser que ele tenha. E é uma ação que, segundo penso, ganha força porque é alimentada pela apatia de muitos, pois não há real oposição a esses “de esquerda” simplesmente porque a esquerda é uma abstração, ideal tal que ao ser concebido, concebe seu antagônico e faz dele seu “inimigo”, mas ocorre que não há correspondência com o “fato” porque a maioria é indiferente a essa abstração, excetuando os que compram a ideia. Tal indiferença da maioria produz lacunas que exigem preenchimento, por falta de critério, acabam sendo preenchidas por personalidades que veem ali a oportunidade de realizar algo que, aos olhos da maioria, é por natureza irrealizável.

        Para mim, muitos ali sequer possuem base teórica para problematizar a própria vida, imagine só para problematizar um grupo ou então para lidar com interesses tão distintos, sem contar que muitos não estão preparados para lidar com a multiplicidade de ideais. Falta um “saber” que viria de duas vias, a acadêmica e a da vida, e de ambas qualquer jovem carece, por isso, suponho, que recorrem a relativismos e discursos de conveniência onde o “diferente de meu grupo” deve ser rechaçado porque, sem qualquer explicação plausível, é tido por ideia inadequada. O mal de muitos é a falta de honestidade intelectual, como se acreditassem na existência de um “saber ilimitado” cujo caminho seria aberto somente a esses “eleitos”. Para finalizar a divagação, digo-lhe que se a razão de ser desse grupo é justamente estar em conflito para que o ideal de revolução se cumpra (mesmo que ela ocorra somente na cabeça de seus integrantes), então podemos dizer que o menos interessado na realização dessas mudanças são eles mesmos, pois no dia em que isso ocorrer, eles perdem sua razão de ser.

      • Vinícius de Oliveira Bessi disse:

        Você tem razão quando diz que o problema do nosso campus está mais na abstenção política, esse é um dos pilares do problema no Brasil e em boa parte do mundo (pois é a falta de participação política que da margem ao despotismo democrático da minoria ou pseudomaioria que se dispõe a representatividade).
        O que Aristóteles afirmava, que o homem é um ser político por excelência parece ter sido descontruído ao longo do tempo (ao menos no decorrer de transformação do contexto histórico ocidental) por aquilo que Constant definiu como liberdade dos Antigos e liberdade dos Modernos, nas quais a primeira se referia ao desejo e necessidade social de cada indivíduo em ter uma participação política efetiva (a clássica ágora ateniense) e a última a chamada liberdade individual (conceito oriundo do liberalismo do século XIX, no qual o indivíduo abdica da participação política pelo trabalho cotidiano e o consumo no tempo liberado, falsamente assimilado como livre).
        E isso ocorre muito tanto no nosso campus como na sociedade em geral, as pessoas estão sempre muito ocupadas com o trabalho, as aulas, as provas, pesquisa, iniciação científica, projetos, família, vida afetiva, diversão, etc… E se nem mais a missa de domingo as pessoas se sentem dispostas a ir, imagina a militância política? É dessa lacuna que se aproveitam esse tipo de gente e com o imaginário heróico daquelas figuras históricas que fizeram (ou tentaram quando não apenas acreditavam estar fazendo) algo pelo bem comum, como Che, Daniel Allende, Lênin, etc…
        Eu só espero que a partir de agora, “pelo menos” no nosso campus as pessoas se conscientizem com a necessidade de se virar (mesmo trabalhando e estudando como eu) para participar de alguma forma efetiva e não deixar o barco ficar como está agora.

    • Alpha disse:

      Ei Juraci… vá tomar no SUN TZU huahuahuaahu

  3. Alpha disse:

    PRECISO DE UMA BOINA NOVA TODO MUNDO JA VIU ESSA

  4. Alpha disse:

    Ops!

  5. pralbertofragoso disse:

    Olá pessoal,

    Venho acompanhando isso tudo apenas como um assíduo leitor, mas vejo-me impulsionado a participar dessa discussão:
    1. Acho que baixamos muito o nível quando partimos para a agressão verbal, ameaças de agressão física, entre outros, e isso de ambos os lados, tanto daqueles que são favoráveis à greve, como daqueles que são contrários à ela;
    2. É impensável que alguém possa chegar às vias de fato por causa de tudo isso, tanto de um lado, quanto de outro;
    3. Como neófito, pois já em 2010 não participei nem como leitor, pensei que tudo isso seria resolvido no campo da argumentação, afinal, se alguém quer me convencer de algo, vai ter que ser no argumento e não na força física, muito menos na ameaça. Ressalto que sou totalmente contrário a todo e qualquer tipo de violência!
    4. A priori, sou contrário à greve, porém, como já falei ao Michael anteriormente, e volto a frisar novamente, se a maioria dos estudantes optar por ela, como vivemos em um país democrático, concordarei, mas não militarei. Assim sendo, podem me chamar de grevista de pijama e outros termos pejorativos que são utilizados, mas não é isso que irá fazer com que percamos a amizade. Afinal, a greve passará um dia e nós continuaremos a nos encontrar nos corredores, pátios e salas de aula da vida;
    5. Estou tentando, honestamente, entender o ponto de vista do Juraci, a posição que ele defende, para que eu possa ter base para contra argumentar, se não concordar com ele. Em alguns comentários o admiro pela forma como constrói o seu argumento, noutros comentários, o desconheço completamente, uma vez que entra no jogo de provocações dos seus opositores desconhecidos. Mas quanto a isso conversarei com ele pessoalmente, afinal, estamos fazendo o mesmo curso, bem como o mesmo termo;
    6. Achei muito, mas muito estranho o fato de terem retirado “dois posts” que falavam de um racha dentro do movimento, que ocasionou na retirada pacífica do campus no sábado, e estes por sua vez representados por partidos políticos. Fato que discordo completamente, mas podem me convencer da necessidade do envolvimento de tais partidos na greve para reivindicar melhorias para nós alunos. Podem me chamar até de ingênuo, por achar que não havia por trás a política de esquerda ou de direita em alguns casos, mas estou sendo sincero em achar que tudo isso começou pelo inconformismo de alguns alunos com a situação precária do nosso Campus. Tal fato, pelo menos para mim, faz com que todo esse movimento perca a sua credibilidade. Volto a repetir, esse é o meu ponto de vista;
    7. Reconheço o meu erro em não ter participado de nenhuma assembleia até agora, sim fui omisso e não tenho o direito de reclamar se não estava presente. No entanto, vejo que a Assembleia próxima é uma boa oportunidade para tentar corrigir tal erro. Assim como convoco aqueles que agiram da mesma forma, para também se fazerem presentes, e façam assim, valer o seu direito;
    8. Não vejo motivos, particularmente, para os comentários anônimos, pois entendo que todos têm o direito de expressar a sua opinião, sem que sofra assim retaliações ou ameaças de qualquer natureza.

    Acho que é isso!

    • Olá, Alberto. Enfim um diálogo no meio desse monte de ofensas e ridicularizações. Compartilho com a sua visão em gênero, número e grau. Nós precisamos estar presentes sim e expressarmos o nosso ponto de vista. Afinal, o que queremos como corpo discente de um lado e de outro são as mesmas coisas. O que questiono é a forma como o atual movimento conduz as questões e a assembleia de ontem foi a prova da instabilidade emocional de alguns membros.

      Não acho que um movimento maduro seja coerente ao ceder a ofensas pessoais, ao ponto de levar alface para tornar física a provoação contra o outro. Acredito que manter o bom nível de diálogo e ação será o único modo de conquistar um movimento estudantil legítimo.

      Enquanto isso, acredito que caiba a nós pensar como queremos que isso aconteça. o Movimento Contraponto começou a fazer esse tipo de reflexão de forma a sugerir uma abertura de diálogo e, principalmente, o fim desse tipo de atuação do comando de greve.

      • pralbertofragoso disse:

        Obrigado Silvia, pelas ponderações!

        A minha adesão ao Contraponto é plena. Porém Silvia, estou um pouco cansado de ver agora as ligações de amigos meus, que assim como eu outrora, não foram à assembleia ontem, mas que são contrários à greve. O fato é que tínhamos no máximo, 500 alunos presentes. Dessa forma, tínhamos no mínimo 2.300 ausências. Meu ponto de vista é o seguinte, esses alunos ausentes, são, sem dúvida alguma contrários à greve, enquanto que os favoráveis são sempre os mesmos e estão sempre no Campus agitando e vendendo o peixe deles. Devemos agora, por qual meio que seja, conscientizá-los que, só iremos reestabelecer à ordem e tirar o poder dessa minoria com a participação deles nas assembleias futuras. Porém, devemos, nós que somos contrários, nos organizarmos também, seja através de um blog (sugiro o do Marcelo), mas frequentamos mais o blog da greve (isso não é errado) e esquecemos assim de nos organizarmos para enfrentarmos de frente essa turma.

        Vanmos pensar juntos em algo.

        Abraços!

  6. Madns disse:

    FASCISTAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! VCS NÃO QUEREM DIÁLOGO!!!! VCS INCITAM O CONFRONTO!!!!! BANDO DE FASCISTAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    • Social Democracia disse:

      AIII!!!! BROCHEI DE NOVO!!!!! SEU PINTO FACISTA! ANTI-GREVE, E TUDO CULPA SUA ESSE SISTEMA CRUEL!!!

  7. Bb disse:

    Tudo uma questão de negócios Rouberttoni ?!
    Vermes.

  8. Bb disse:

    Apolitico de cu é rola, com todo o respeito. Conformismo de merda.
    Fraternalmente.

    Bb

  9. Dan disse:

    Onde foram arrumar estes alunos? MEUS DEUS! Não sabem se comportar em uma conversa desse tipo, não são obetivos, não conseguem nem colocar a pauta com objetividade para ai sim cobrar soluções. Sem objetividade, sempre com a mesma lamúria, não tem condições.

    A cara de indiferença do reitor é óbvia. Do tipo: “vcs estão em greve, e daí?”

  10. Dan disse:

    ONDE ARRUMARAM ESSES ALUNOS????? ALGUÉM ME RESPONDA!!!! ONDE??????

    O Prof Marcos Cezar deve ter ficado com vergonha.

  11. Sai fora Walter da lugar para quem sabe trabalhar!!!!!!!!!!!!! disse:

    Puts! Esse Reitor é o maior gargantaaaaa fala fala fala sempre a mesma coisa, sempre as mesmas gesticulações e executar mesmo ficou claro que não vai fazer mesmo,Esse Leduino já pelo nome se percebe que é o maior perdido no tempo e um Pro pikareta né , o Marcos incorporou o espírito de uma esfinge e lá ficou paralisado com seu boné ridículo, acho que sua cabeça só serve para isso, escorar boné. Ah! e o cazuza esse cara e tirador de foto oficial do seu Walter e com isso vai mamando na teta do serviço público é lamentável isso que acontecer nos dias de hj em um País miserável como o Brasil, cheio de administradores incompetentes e oportunista de plantão usurpando o dinheiro de verdadeiros trabalhadores que passam o mês com um salário de fome. Até quando vamos agüentar isso pessoal!

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