nota sobre as ações da Direção do campus

Informamos que, por volta das 9h30min, funcionários terceirizados recolhiam as madeiras que estavam na posse do movimento para construção do “espaço de vivência Carlos Marighella”, recolhendo o material no micro-ônibus da Universidade, com o fim de levá-los embora.

Ao perceber, os estudantes registraram o ocorrido (em foto a seguir) e recolheram as madeiras, retornando à posse do movimento. Os funcionários terceirizados chamaram o Barreto, diretor administrativo, que veio ao local e, ao perceber que o movimento havia registrado o ocorrido – relevando o paradoxo do micro-ônibus da UNIFESP ter sido interrompido para levar e trazer estudantes para o campus, mas sendo utilizado para retirar as madeiras – foi levado, pela pressão dos acontecimentos, a tomar uma atitude.

Com isso, o diretor administrativo disse que confirmaria se haveria circulação do ônibus Itaquera-Pimentas, o que foi confirmado, pelo Barreto, por volta das 10h, de que haveria o funcionamento no horário padrão (sendo dois ônibus da empresa Beija-flor, e um da Universidade):

Metrô Itaquera – Guarulhos (Vespertino)
Saída Itaquera 11h30
Saída Itaquera 12h20
Saída Itaquera 13h00
Saída Itaquera 13h20

Guarulhos – Metrô Itaquera (Vespertino)
Saída Unifesp 17h00
Saída Unifesp 17h20
Saída Unifesp 18h00
Saída Unifesp 19h00
Saída Unifesp 19h20
Saída Unifesp 20h00

Metrô Itaquera – Guarulhos (Noturno)
Saída Itaquera 17h00
Saída Itaquera 18h00
Saída Itaquera 18h20
Saída Itaquera 19h00
Saída Itaquera 20h00
Saída Itaquera 20h20

Guarulhos – Metrô Itaquera (Noturno)
Saída Unifesp 22h40
Saída Unifesp 23h00
Saída Unifesp 23h10

Espera-se que a Diretoria Administrativa cumpra e se responsabilize pela informação oficial a respeito da circulação dos ônibus.

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22 respostas para nota sobre as ações da Direção do campus

  1. gabriela disse:

    DEPOIMENTO DA ALUNA HOSTILIZADA NA ASSEMBLEIA DE SEXTA
    ‎24 de maio de 2012: o machismo passou, a violência também.

    Gostaria de esclarecer sobre o lamentável acontecimento na assembleia geral dos estudantes da Universidade Federal de São Paulo campus Guarulhos no dia 24 de maio de 2012. Somente hoje, sábado, consegui parar e fazer um retrospecto.

    Primeiramente, algumas considerações sobre aquela data:

    1) No momento em que eu estava filmando, não estavam votando ocupação. Pelo menos, nenhuma pessoa estava levantando o braço e dizendo que era a favor ou contra a ocupação. Tanto que quando foi finalmente deliberada em assembleia a questão acima mencionada, eu já estava encurralada no banheiro e pude ouvir a comemoração.

    2) O campus possui diversas câmeras espalhadas principalmente no pátio. Caso quisessem total privacidade poderiam votar ocupação em âmbito privado. Se seria viável ou não, cabe aos que se sentiram de certa forma “criminalizados” refletirem.

    3)Eu não estava agindo enquanto “Contraponto”, como a nota no “blog da greve” quis deixar transparecer, mas sim enquanto Gabriela, estudante. Os demais participantes do coletivo sequer sabiam que eu ia filmar até porque foi uma decisão tomada instantaneamente e impulsivamente. O fato de eu ser desse ou daquele coletivo não vem ao caso assim como não vem ao caso se aqueles que me encurralaram tem essa ou aquela posição política. Acima de tudo, sou estudante de uma instituição pública e não quero ter medo de expressar minha opinião, de andar pelo campus, enfim, não quero ser reprimida e não vou admitir que outra brutalidade aconteça. O que ocorreu não foi uma ofensa ou agressão a um membro do “Contraponto”, ou somente a mim, Gabriela, mas sim uma agressão ao direito a individualidade, liberdade e segurança como um todo. Há pressuposto para que haja constrangimento moral seguido de ameaça a qualquer outra pessoa.

    Agora vamos ao relato propriamente dito. Ressalto inicialmente que naquela quinta-feira houve uma merecida menção o caso ocorrido na assembleia anterior com a colega Monique, que teria sido ofendida por outro estudante. As pessoas que se autodeclaram “Monique” como forma de repúdio ao machismo foram todas perto da mesa, inclusive eu. Tal acontecimento supracitado rendeu duas semanas de discussões sobre o machismo, o qual repudio veementemente.

    Logo no início da assembleia, eu e outro colega fomos juntos pedir a mesa que analisasse se realmente havia quórum mínimo para deliberação, visto que o campus estava perceptivelmente vazio comparado às assembleias anteriores e que o quórum mínimo para deliberação (instituído em assembleia no ano de 2010) seria de 300 alunos. A mesa, no entanto, respondeu nosso questionamento com essas palavras: “a mesa entende que há quórum mínimo”.

    No começo da noite, eu estava filmando com meu celular as manifestações artísticas apresentadas antes da assembleia, mas a bateria havia acabado e então parei a filmagem. Caso contrário, iria filmar todo o processo como costumo fazer em todas as assembleias e até então nunca havia sido questionada, ou melhor, repreendida.

    Meus colegas próximos aos poucos iam embora. Por volta das 22h30 olhei ao redor e percebi que apenas meia dúzia deles ainda estava lá. Até aí tudo bem. Era aproximadamente 22h40 e as pessoas costumam ter outros afazeres. As propostas estavam sendo discutidas entre quem era a favor ou contra. Lembro que quando peguei o celular de um amigo A e subi no piso superior com outro amigo B, íamos dizendo no caminho: “não há quórum para votar nada mesmo, acho que a abstenção seria uma saída, visto que sequer é possível dar credibilidade a essa assembleia em especial”. Chegando lá em cima, eu filmava com uma câmera de celular de baixa qualidade e no escuro, a assembleia como um todo, mas focando principalmente nos pontos vazios do pátio, como a parte superior em frente onde eu estava e também a parte que fica perto da cantina. Lembro inclusive que meu amigo me alertava para continuar filmando de longe, de uma forma geral. Em um dado momento, durante a filmagem da “sacada” eu notei que uma estudante estava questionando algo com a mesa e inclusive pegou o microfone e disse em tom de voz exaltado alguma coisa, não lembro se era questão de ordem acho que quem esteve presente se lembra dessa parte. Quando eu vi que os ânimos estavam exaltados lá embaixo foi que me aproximei com a câmera na direção da garota que falava ao microfone, num instinto talvez, ainda lá do alto.

    Na “sacada” só estávamos meu amigo e eu. Ele então me alertou para que saíssemos de lá pois segundo ele “as pessoas estavam olhando feio para nós”. Num primeiro momento, eu brinquei com ele e disse que já estava acostumada com isso, não dei credibilidade. Ele, preocupado, foi me conduzindo para voltarmos ao pátio. Descemos pela escada que fica em frente a cantina e chegando no meio do pátio, apertei o “pause” para que a filmagem encerrasse por ali. Nesse momento, um estudante pegou o microfone e olhou em minha direção: “tem uma menina filmando e (os olhares se voltam para mim) agora ela está indo embora”. [Na verdade, eu não estava indo embora, estava simplesmente me aproximando dos meus amigos e do lugar onde eu anteriormente estava assistindo a assembleia, próximo da mesa, no canto direito dela].

    Diante da exposição a qual fui submetida sem NINGUÉM previamente ter me consultado com calma sobre a possibilidade de apagar a filmagem porque não queria que sua imagem fosse documentada e mediante os olhares e gestos os quais os demais lançavam para mim percebi que alguns colegas não estavam para brincadeira. Então, apertei novamente o REC para que a filmagem prosseguisse. Ora, fui abordada em um microfone, nenhuma pessoa me chamou de canto para explicar sobre o problema de filmar aquela assembleia em especial. Tenho vários amigos inclusive pró-greve que me conhecem e sabem que sou aberta ao diálogo e aceito críticas pois as considero construtivas, só não aceito ofensas. Eu estava praticamente sozinha e me senti fragilizada (pensem o que quiserem sobre isso, julgar é fácil, vocês não foram encurralados sozinhos e sem qualquer respaldo) e minha única arma parecia ser a gravação caso alguém me constrangesse ou até agredisse física e/ou moralmente. Fui indo para o canto onde eu estava antes de toda a confusão começar e nesse instante, um estudante completamente exaltado veio gritando com o dedo apontado no meu rosto exatamente e os olhos arregalados essas palavras: “Vou abrir sindicância contra você! Eu não quero que filme a minha imagem!” E então, eu coloquei a câmera na frente do rosto dele (não estava focando o rosto dele antes de ele colocar o dedo no meu rosto e nem o de ninguém, pois na correria o celular estava voltado para o chão fiz isso como forma de me salvaguardar). Eu não disse nada para ele nem para os outros que me cercaram, simplesmente fiquei quieta ouvindo palavras hostis e olhando para baixo, o celular na altura do meu quadril, focando o piso do pátio, mas gravando todas as coisas que eles me diziam pelo áudio. Estava encurralada na parede por cerca de 10 pessoas, não sei exatamente. Ouvia uma voz estridente no microfone e alguma garota pedindo para que eles parassem. Ouvi um deles dizendo: “fascista do contraponto” para mim e outro dizendo: “marquei sua cara”. Sem contar as inúmeras outras palavras as quais sinceramente não me recordo por estar em uma situação limítrofe e portanto não ficarei inventando coisas as quais realmente não me recordo de ter ouvido. Minha mãe me ensinou a ser honesta e a vida ensinou a não me adaptar a repressão. Reconheci a voz que me ameaçou (eu estava olhando o chão) e tenho testemunhas e o respaldo do direito, que deve superar a força física. Todos que me cercaram eram homens. Será que se as pessoas que sempre estão ao meu lado estivessem ali eu seria encurralada da maneira como fui? Será que não havia a possibilidade de qualquer colega incomodado com a filmagem me abordar cordialmente e sozinho para que pudéssemos dialogar? Será que se eu pertencesse ao sexo masculino ficaria ali feito pássaro espremido em uma gaiola apertada no estilo contrabando? É contraditório, se pensarmos que na mesma assembleia a qual fui ameaçada (sim, pois como disse ele “marcou minha cara”) coagida e constrangida moralmente é a mesma na qual repudiávamos o machismo.

    Vale lembrar que na assembleia anterior àquela do dia 24 de maio levei uma pedrada no braço enquanto gritava “contagem” em cima do banco e alguns me disseram até que “não era pedra, pois confundi com um talo de alface” como se eu não soubesse diferenciar um talo de alface de uma pedra a qual segurei em minhas mãos. Não faço a mínima ideia de quem fez isso pois a confusão era generalizada. O fato é que não me sinto mais em segurança na universidade pública a qual escolhi estudar.

    Bem, voltemos à narração dos fatos. Eu estava cercada, celular apontado para o chão gravando apenas as ofensas e a pressão moral a qual eu estava sofrendo. Aquilo era minha única garantia. Quando vi uma brecha no canto esquerdo da “cerca humana” sai correndo rumo ao “abrigo” mais próximo, nesse caso, o banheiro que fica na frente da cantina. As pessoas foram atrás de mim. Eu entrei na cabine numa tentativa de fuga primeiramente e também contando com a chance de pensar como agiria diante da situação, pois acredito que não podemos agir racionalmente mediante pressão psicológica. Longe do muro o qual eu estava prensada (na EFLCH o muro humano e o invisível são mais evidentes e expressivos que aquele feito de tijolo e cimento), finalmente pensei que encontraria paz, mas as pessoas batiam na porta e queriam entrar mesmo eu dizendo que queria ficar sozinha por alguns instantes. Entendo a preocupação de alguns para comigo, mas eu estava querendo me isolar. Quando me dei conta, algumas colegas estavam no banheiro também e abriram a porta numa tentativa de me consolar, pois o choro era inevitável. Enquanto isso, do lado de fora eu ouvia pessoas discutindo. Sei que dois dos que me pressionaram na parede estavam lá esperando que eu saísse, pois os vi correndo atrás de mim quando estava a caminho do “abrigo” e também porque os demais me disseram porém não sei se tinha mais gente além deles e dos meus amigos porque sinceramente não vi. Lá fora, o clima parecia ser de negociação (conclusão que tirei após ouvir o que se passava antes das meninas chegarem). Era tipo assim: o vídeo apagado em troca da liberdade e/ou paz. Os opressores disseram às testemunhas que foram atrás de mim para se certificarem de que eu apagaria o vídeo. Pensemos: fui exposta no microfone. Todos se viraram na minha direção e sabiam que era eu que estava filmando, eu provavelmente não sairia dali com o vídeo salvo pois teria que enfrentar a fúria de sabe-se lá quantas pessoas exatamente. Eu queria sim que o vídeo estivesse salvo como prova da ameaça e constrangimento ilegal o qual sofri, poderia até negociar uma edição e deixar só a parte em que o cidadão aponta o dedo na minha cara e a parte em que estou contra a parede ouvindo um monte de palavras sem sequer conseguir responder ou reagir, mas não tive escolha. Abordagem covarde. Cerca de 10 rapazes formando uma cerca, eu e a parede apenas, nessa ordem.

    Enquanto estava na cabine, a questão supracitada ficou vagando na minha mente. Não tinha escolha. Estavam na porta, queriam o vídeo apagado a todo custo e meus amigos pareciam estar numa negociação com eles. Sem contar que um dos estudantes ameaçava abrir sindicância contra mim por eu estar “filmando a imagem dele”. Me senti refém. Exagero? Ninguém esteve na minha pele. Eu, Gabriela, me senti refém e não convém a ninguém julgar um sentimento pessoal meu. Então, em um dado momento, tudo que eu queria era sair dali, acabar logo com aquela situação angustiante. Dei o celular para o meu amigo que estava na porta e ele ou uma menina (não sei ao certo) apagou o vídeo na frente do estudante que solicitava incessantemente tal ação. Foi então que finalmente ele foi embora dali e eu saí porta afora. Sentei na escada, ainda chorando (não tenho vergonha de chorar, vergonha é o que fizeram comigo) cercada por amigos e pessoas as quais eu nem conhecia que se sensibilizaram com o ocorrido. Enxuguei as lágrimas e levantei, decidida. Era quase 23h, o fretado estava para partir e eu trabalharia na manhã seguinte. Fui em direção à saída cercada por colegas. No caminho, mesmo eu estando da maneira como estava, pessoas diziam palavras hostis e algumas faziam um “tchauzinho” irônico com as mãos. Derrotada? Não estou. Para a tristeza daqueles que me ironizaram. Eu e toda uma multidão de estudantes é que gostaríamos de “dizer tchau”, mas não para vocês senhores irônicos em especial, mas sim para o clima ditatorial o qual vivenciamos no campus Guarulhos atualmente.

    Quanto a nota postada no chamado “blog da greve” sobre o ocorrido naquela quinta-feira a considero como superficial e branda. Principalmente quando alegam que não sofri nenhum tipo de violência física ou moral. De fato, física eu não sofri mas estava suscetível a sofrer, quanto a moral, não preciso nem comentar pois quem estava lá viu. Eles não foram “questionar” sobre o vídeo, conforme publicaram no “blog da greve”, pois foram além de um simples questionamento cordial: primeiramente houve uma exposição pública no sentido de intimidar perante mais de 100 pessoas, depois dedos apontados no meu rosto e hostilidade, por fim o encurralamento e a parte em que tive que apagar o vídeo contra minha vontade, caso contrário não conseguiria sair da universidade normalmente.

    Especula-se ainda sobre eu ter síndrome do pânico. Interessante a forma como tentam encontrar uma solução plausível para justificar a repressão a qual sofri. Fica aqui então especuladores, minha resposta: Não tenho síndrome do pânico e mesmo se tivesse isso não justifica o constrangimento que sofri. Qualquer pessoa, tenha ela síndrome ou não, poderia entrar em pânico diante de constrangimento ilegal seguido de ameaça. Além do mais, o fato de eu ter ido chorar no banheiro é digno, pois em momento algum encurralei pessoas na parede ou apontei o dedo na cara dos outros dizendo palavras hostis e algumas até ameaçadoras. Sou livre para expressar o sentimento que eu quiser e ninguém tem nada a ver com isso, contanto que tal expressão não atinja moral ou fisicamente os demais.

    Por fim, gostaria de agradecer aqueles que me ajudaram durante o lamentável episódio e aos que não estavam presentes no momento mas se mostraram extremamente prestativos e atenciosos. Peço também desculpas por não ter conseguido responder alguns da maneira como eu gostaria, devido a quantidade de solicitações para que eu explicasse de fato da maneira como realmente foi. Pessoas amigas e até desconhecidas se sensibilizaram, recebi inúmeras mensagens de apoio e força. Eu poderia estar praticamente sozinha naquela quinta-feira, mas as respostas que recebi e a repercussão do fato mostram claramente que a indignação é geral diante desse ato de violência e de todos os outros que ocorreram e continuam ocorrendo em nosso campus, independentemente de posição política. Dessa vez o constrangimento foi comigo, poderia ser com qualquer um de nós. Ressalto que antes de prédio, precisamos restituir o diálogo em nossa universidade. Honestamente, prefiro estudar a céu aberto em um lugar onde haja respeito entre os demais, do que contar com toda a infraestrutura de um prédio lindo e maravilhoso onde não exista respeito entre as pessoas. Agora faço um apelo a todos os que se sentiram vilipendiados durante essa greve, seja na assembleia que acabou de forma anormal, seja de qualquer outra maneira e dos que de alguma forma se sensibilizaram mediante a violência sofrida por outra pessoa e já não aguentam mais viverem com receio dentro de um espaço público: não devemos nos adaptar.

    “A força do direito deve superar o direito da força”

    Gabriela Helena.

  2. Alpha disse:

    Nossa… um escândalo!

    Francamente… que comissão de comunicação mais “fulera” essa gangue tem.

  3. LArs Cameschi disse:

    Alpha contenha-se.

  4. alphanete disse:

    Nunca pensei que o comando de greve iria apelas para o sensacionalismo. Isso é inédito!

    Onde está o helicóptero do Datena?

  5. Mário Medina disse:

    Vejam que vergonhoso!
    Um ônibus que deveria transportar estudantes servindo para a iniciativa privada,acobertada pela direção do campus,retirar caibros de madeira mofadas que não servem nem pra fazer fogueira direito.
    Essa madeira tem que ser usada pelo coletivo;tem que servir para alguma coisa.
    E temos que pressionar a diretoria pra regularizar o serviço do fretado.
    Qual o crime de dano ao patrimônio?Na minha opinião o criminoso é o Marcos César.Ele expediu ordens para os funcionários não abrirem biblioteca e informática.Ou seja,os alunos tem que se virar pra chegar no campus,e lá não tem acessso aos serviços geralmenete prestados.
    Notem que fascismo velado.Priva-se os estudantes e a comunidade de acesso à cultura e informação.Isso é fascismo!

    • American X disse:

      Mário, você não tem moral pra falar de porra nenhuma seu burguês safado!
      Todo mundo sabe que você mora num dos bairros mais ricos de guarulhos e fica dando uma de pobre louco.

      Fascista é você seu merda! Priva o que e de quem? Seus nóia do caralho, ficam ai só queimando uma erva. Vão ler o que? Pra depredarem o pouco que resta de livros naquela merda. Você, o Renato cabeludo da filosofia, o capivara, o Juraci, o Reginaldo são todos uns merdas!

      Seus FASCISTAS de merda, pode ter certeza que o que vocês fizeram vocês vão receber em dobro. Abre o olho fascista vermelho!

    • Holter 24 disse:

      Ué, e o apartamernto que a vovó te deu?

      Seu comparsa Alexandre tem uma COBERTURA no mesmo bairro. É fácil ser engajado e morar bem, passear no nordeste em todas as férias…

    • A MERDA tá fedendo disse:

      “Essa madeira tem que ser usada pelo coletivo” …tenho um ótimo destino pra essa madeira Merlim…adivinha… e vira de costas pra ver…

  6. Alpha disse:

    Carregar madeira na Van é ser fascista? rsrsrsrs

  7. só quero estudar! disse:

    Pq não deixaram o comando de greve (lixo) ficar com esses lixos (a madeira)? Não se dá pérola aos porcos!!!

  8. Alpha disse:

    Perdão, mas de onde provém a moral dessa gangue para pensar em criticar qualquer coisa?

  9. publiuszum disse:

    antonin artuad: e não haverá revolução política e moral possível enquanto o homem permanecer magneticamente preso nas suas mais elementares e mais simples reações nervosas e organicas

  10. Amnésia disse:

    NINGUÉM PODE FALÁ NADA DE MIM, MORÔ; EU TAVA TÃO NA BRISA, QUE NÃO CONSEGUIA NEM ABRI OS ZÓIO DIREITO, TÁ LIGADO?!
    QUERO MANDÁ UM SALVE PRO JURASSAURO E PROS MANO DO PLANTA E RAIZ! FUI…

  11. ALF disse:

    Pelo que sei às 9:30 o ônibus de Itaquera não é usado, pois o transporte só começa às 11:30 em Itaquera. Não vejo problema nenhum em usar o ônibus para transportar alguma coisas nos horários que não é usado.

  12. Mario santos disse:

    Cara ocuparam a diretoria, a secretaria ta fechada por causa de vcs seus bostas. Preciso do meu historico e ai o cabelo branco vai me dar. E ainda da uma de louco dizendo que a biblioteca e a informatica estão fechadas. Mano para pra pensar uma vez na vida, foi o unica atitude decente que a direção do campus tomou. Devia fechar tudo, na verdade devia fechar as portas.

  13. Alex disse:

    já que estamos falando do trasporte da universidade, lá vai a piadinha d semana passada no itaquera, mais ou menos assim:

    ” vcs virão o que descobriram do anAlpha”
    “não”
    “descobriram que o Analpha é Betha, anAlpha-Betha”
    (risos).

    só uma coisa não sei quem é Alpha e tb não me interessa, só sei que é essa pessoa que fica publicando no blog, e que o chamam de anAlpha, Alphacinho, Alphapa, e por aí vai. só sei que me divirto com isso, pelo fato de ser tão ridiculo mesmo.
    Quanto a greve não sei o que pensar, ainda estou tentando entender, e agora ocupação né, não sei o que vai dar. Só vou nas assembléias e para mim que sou mais novo na faculdade, ainda é dificil entender tudo aquilo, acho que poderaim existir outras atividades de dialogo tb.

  14. Pingback: VANDALIZAÇÃO DE ÔNIBUS E A AMNÉSIA UNIFESPIANA! | Jornal Unifesp Livre!

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