Carta dos estudantes grevistas da ocupação da EFLCH aos professores da Universidade Federal de São Paulo em Assembleia Geral do dia 04/06

Estamos há mais de 70 dias sustentando uma dura luta em defesa da universidade pública. O governo federal e o reitor esperam nos derrotar pelo cansaço e pela repressão. Sistematicamente, nos negaram a atender as reivindicações que são mais do que justas. Os estudantes grevistas estão conscientes de que estudam numa universidade completamente sem condições elementares de funcionamento que não passa de uma caricatura de educação.

Esperávamos que a totalidade dos professores do Campus Guarulhos, que têm a responsabilidade de promover o conhecimento, reconhecessem imediatamente a causa de nossa ocupação, a apoiassem e se juntassem coletivamente a ela. Inicialmente ocorreu a tentativa de uma conversa com os docentes, mas estes propunham a desocupação do prédio. Não aceitamos esta reunião e decidimos não acatar a proposta da PRAE.

A conjuntura mudou. Agora, estamos com uma greve quase que geral dos docentes nas universidades federais. Em toda parte, os estudantes se solidarizam com as reivindicações dos professores por reconhecerem que estão submetidos a uma condição de trabalho e a um regime salarial vergonhosos. Entendemos que as exigências dos professores ganham importância se o movimento grevista nacional se colocar claramente pela defesa do ensino público e gratuito, por uma universidade científica, vinculada à produção social e controlada por quem estuda e trabalha.

Tudo indica que alguns de nossos professores ainda não se deram conta que são parte do sistema público sucateado pela política privatista dos governantes e que têm o dever social de se contrapor à sua decadência.

Decidimos escrever essa carta porque nesses mais de 70 dias de greve tivemos apoio político muito limitado de nossos professores e agora os temos contrários a nossa ocupação das dependências da universidade.

A passividade da maioria dos professores da EFLCH nesses 70 dias constituiu um peso negativo para o nosso movimento. Agora, a ação concreta oposta à ocupação objetiva golpear nossas forças. Se houvesse, nessa jornada de luta, participação conjunta dos setores na defesa da universidade pública e gratuita – verdadeiramente aberta ao acesso dos trabalhadores – os professores teriam entendido porque tivemos de lançar mão da ocupação, enfrentar a repressão do reitor e da polícia, carregar nas costas processos e correr o risco de sermos expulsos.

Não lançamos mão da ocupação como um ato impensado e irresponsável. O que estamos fazendo é utilizar um dos recursos que os trabalhadores e a juventude têm para resistir à inflexibilidade do governo e da burocracia universitária em atender as reivindicações. Não somos acomodados, somos conscientes de que protagonizamos uma luta que vai além dos muros do Campus Guarulhos. Nosso sacrifício volta-se em favor dos milhões de jovens que não podem continuar seus estudos. Volta-se em favor dos milhares que conseguiram acessar as federais e que nelas não encontram uma verdadeira universidade, mas tão somente uma carcaça.

Vocês professores não poderão cumprir sua tarefa de educadores, se não se lançarem conosco na defesa do ensino público e gratuito; se não se contrapuserem veementemente ao sistema empresarial do ensino e à funesta lógica da mercantilização do conhecimento e a precarização da universidade por meio do REUNI.

Essa carta tem o objetivo de convencer os professores dos propósitos de nosso movimento e a justeza de nossa ocupação como um dos recursos da luta coletiva. A unidade grevista dos estudantes, professores e funcionários é decisiva para a vitória do movimento grevista de toda a Unifesp. A nossa derrota implica numa derrota de todos. Nossa vitória projeta um futuro da universidade viva e socialmente importante para o conhecimento.

Viva a greve das universidades federais!

Viva a greve dos estudantes e professores de Guarulhos!

Toda força a unidade grevista pelo ensino público e gratuito!

Todos pela ocupação, todos pela vitória!

Guarulhos, 04 de junho de 2012.

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8 respostas para Carta dos estudantes grevistas da ocupação da EFLCH aos professores da Universidade Federal de São Paulo em Assembleia Geral do dia 04/06

  1. Alpha disse:

    Confesso que sentirei muita falta das publicações fantásticas que foram feitas nesse Blog no decorrer dessa paralisação. A megalomania de grupo, aliada à “masturbação revolucionária”, com certeza nos clarificou o caminho a não ser seguido, e tal clareza se dá por pelo menos dois motivos: o primeiro são as marchinhas grevistas, estas que, francamente, carecem de marketing! Deviam cooptar alguns cabeças da Letras em favor “republiqueta pimentense” porque seria muito mais “estiloso” protestar na reitoria usando ‘decassílabos heróico-grevistas’, além disso, eles poderiam ajudar na comunicação do Blog, já que “critério” é uma palavra que carece no “dicionário-popular-da-ocupação”! Já o segundo motivo é o momento “Ação Global” que essa greve materializou por lá, gente… é a primeira vez que vejo Movimento Estudantil transformar-se em ONG (Amigos dos Pimentas?), de forma a distribuir de refeições a populares, antes de me tomarem por um ávido crítico as coisas “das pessoa”, saiba que sou a favor da iniciativa simplesmente porque não dá para fazer revolução, muito menos dar pulinhos-grevistas, enquanto se está acometido de “Larica Estudantil”.

    Serei tomado por reacionário só por criticar a gestão do M.E.R.D.A, ainda assim, friso que nada tenho contra os amigos-vermelhos, a bem da verdade, acho-os excessivamente estressados, por isso relevo qualquer tipo de resposta ríspida que já tive aqui… fora isso, fico aqui pensando (e especulando) acerca do que esse grupo conversa enquanto se está na “””luta”””, pois de futilidades dificilmente devem falar, já que isso é coisa de reacionário… aliás, tal frase deve ser quase um jargão lá dentro, se você pega Guimarães Rosa em vez de Lênin “você é um reacionário da elite e votou no PSDB”, se você é destro, é reacionário porque usa a direita, enfim.. todas essas conjecturas que o tempo e a vida permitem-me fazer enquanto as aulas permanecem suspensas.. sem contar as caricaturas grevistas, que são tão… mas tão…tão! Que dizer dos que vociferam a ‘Bíblia-Comuna’ usando aquele tom de voz característico que oscila entre os íntimos sonhos de dominação global (reprimidos devido à possibilidade de ‘bullying’) e a lentidão da dicção que é fruto do uso de certas “substâncias”? Tenho para mim que é um dos pontos fortes do movimento! Além deles, gosto também dos “Anacolutos Revolucionários”, para entender esse espécime é preciso despojar-se de tudo aquilo que se sabe sobre a linguagem e construções linguísticas para que, livre de quaisquer concepções, possa se abrir as frases que vêm aos pedaços… enfim (de novo), quando isso acabar, sentirei falta de vocês e suas peculiaridades, pena não podermos sair para beber… pois vocês não se misturam com “reaças”, não é? Mas a minha maior gratidão (e creio que a de muitos), foi que vocês deixaram bem claro, ainda que sem querer, do porquê é importante estudar e “fazer as correrias”.

  2. Alpha disse:

    Eu sei que já publiquei, mas acho esse vídeo tão expressivo:

  3. A greve é justa e as reinvindicações pra lá de legítimas, mas para agregar apoios não basta só isso, é necessário habilidade política e isso o comando está longe de querer ter. Enquanto o pensamento totalitário dominar as ações do comando, não haverá participação maciça nem de professores, nem de funcionários, nem de alunos. Não é porque o campus cai aos pedaços, que a reitoria abusa do cinismo e o MEC dá de ombros para a periferia que precisamos construir um muro entre nós. Esse negócio de direita pra lá, esquerda prá cá, tá mais batido de carro de parquinho de diversões, é contraproducente. Existe corrupção tanto na direita quanto na esquerda. Diz Nietzsche em “Humano Demasiado Humano” aforismo 475 : “[…] características desagradáveis, e mesmo perigosas, toda nação, todo indivíduo tem […]”. É hora pois, de se ouvir mais e de dividir menos, ou o comando acha que a falta de participação maciça do corpo discente é à toa? São todos de direita? Sinceramente já tentei me aproximar, mas não há a mínima condição, ou você fala a mesma língua do comando ou você é de direita. Desse jeito meus colegas, mesmo com toda legitimidade, fica difícila adesão.

    • Tudo bem, usar as palavras “direita” e “esquerda” afasta ou divide, mas penso que trocá-las para se fazer um jogo político é pior… soa quase como propaganda politica (na minha opinião). O que sei mesmo é que o secretario geral da união (obviamente representa o PT) entrou em contato com os ocupantes, a uma cúpula do PSDB visitou o campus na manhã de ontem e o deputado Gianaze (PSOL) articulou uma audiência na ALESP – ou seja, até quando é melhor ignorar os partidos e suas direitas e esquerdas sendo que indivíduos deles integram a instituição unifesp, o ME e o governo (entre outras coisas), e dessa forma interferem diretamente em nossas ações e consequências… ?

  4. jbgarcia disse:

    Estudantes,

    “O barato é louco e o processo é lento”, estamos experimentando as contradições do Reuni e da burocracia acadêmica.

    Em 2010 em torno de 150 estudantes votaram pela continuidade da greve, sendo derrotados pela maioria que acreditaram nas negociações realizadas com a Reitoria, tendo o CONSU avalizado. É verdade que, a exemplo de 2007 e demais anos, que algumas conquistas foram alcançadas, no entanto, foram apenas medidas para “apagar e separar as brasas”. As promessas de início das obras em janeiro de 2011 foram falácias.

    O pior colocou os tais TAPUMES no final de 2011 para novamente “criar a sensação de que algo iria acontecer no início d2 2012”. Outros problemas foram surgindo, como as enormes filas para o ônibus, copiadora, biblioteca (que por falta de espaço, mantém arquivado enorme quantidade de livros), restaurante deficitário (e tem estudantes que “passara mal” após as refeições e hoje tem explicação – nexo causal) entre outros.

    O Departamento de Ciência Social leu um manifesto na CONGREGAÇÃO no final de 2011 que, embora discordassem dos encaminhamentos, deixava claro que em 2012 com mais de 500 calouros a corda ser romperia. Vale lembrar que docentes influentes neste departamento estiveram reunidos na IGREJA NOSSA SENHORA DA PENHA, sondando um novo imóvel para transferir a UNIFESP CAMPUS PIMENTAS PARA SÃO PAULO.

    Na reunião com um dos dirigentes desta igreja, pertencente a um grupo que defende a manutenção da ARQUITETURA DO LOCAL UTILIZADO PELOS SEMINARISTAS (tem outro que pretende vender o local para uma CONSTRUTORA), além de repassar os dados do contato, ainda disse que este CONTATO DA UNIFESP deixou claro que existia uma DIVISÃO NO PT, onde alguns defendiam a MANUTENÇÃO DA UNIFESP NOS PIMENTAS E OUTRO QUERIA LEVAR PARA SÃO PAULO.

    Tudo indica que esta questão está PACIFICADA NO PT. Agora, resta uma pergunta que não quer calar: COMO UMA LICITAÇÃO PODE DEMORAR MAIS DE 5 ANOS PARA SE CONCRETIZAR?

    Não tem sentido, até porque a própria sede da UNFESP saiu no mesmo período e, diga-se de passagem, seu custo total não deve ser coisa pequena. Será que foi realizado sem LICITAÇÃO? Na frente da UNIFESP CAMPUS GUARULHOS, mais de 500 UNIDADES DE APARTAMENTOS FORAM CONSTRUIDAS EM MENOS DE 3 ANOS. Claro, talvez por ser de iniciativa privada, não deve ter passado por LICITAÇÕES, mas a velocidade das obras foi impressionante.

    Pacificada a UNIVERSIDADE FEDERAL DO ALTO DO TIÊTE – resolve-se a questão UNIFESP x USP (se sair, uma vez que tudo que vem a tona acaba sendo desviado dos caminhos políticos carregados de intenção), agora resta ao REITOR, a Diretoria Acadêmica e parte da Congregação que sustentou esta PRECARIZAÇÃO, explicar para o MM. JUIZ o que fez desde 2010.

    Ainda em 2011 quando a assembléia geral não aprovou a greve, alguns estudantes até se “ajoelharam”, satisfeitos com a sua “vitória” pela derrota da greve, vemos que o SENSO COMUM e a alienação (alguns com interesses pessoais e que influenciam certa parte dos estudantes) ainda são forte. Vale a pena estudar a pesquisa sócio-econômica da própria UNIFESP, via APRAE com mais de 100 páginas, caracterizando a massa estudantil do Campus Guarulhos, talvez a PARCELA MAIS POBRE DE TODA A UNIFESP e entender o quanto a miséria e precarização é condicionante para massas de manobras.

    Claro, não existe somente pobre, existem outros fatores ligados ao praticismo-utilitário que permeiam os estudantes de Guarulhos, inclusive o conceito de OPORTUNISMO INDIVIUDAL.

    Agora, existe outro FENOMENO além das disputas das correntes vanguardistas de esquerda ou de direita (BUROCRACIA, DOCENTES, ESTUDANTES E TÉCNICOS): o conceito de democracia operária.

    Oras, se até 2012 as reações e oportunismo foram contra a greve, que fator existe para que seguidamente, mesmo com TODOS OS ATAQUES E TENTATIVAS DE MANIPULAÇÃO DOS CONTRÁRIOS À GREVE, grande maioria dos ESTUDANTES GARANTISSEM A GREVE E A OCUPAÇÃO POLÍTICA (QUE QUEREM CARACTERIZAR COMO ESBULHO POSSESSÓRIO)?

    De um lado, temos o REUNI que, fazendo uma análise simples, ENCANTOU e colocou na universidade massas de estudantes que não teriam condições de entrar na USP, UNICAMP e outras universidades públicas com forte caráter elitista, do outro lado, a CONTRADIÇÃO IMPLENTADA PELA PRECARIZAÇÃO do Campus Guarulhos (e não ocorre somente em Guarulhos), tirou os estudantes desta letargia e acomodação, até porque estava apontando o comprometimento dos futuros DIPLOMAS FEDERAIS, colocando em risco seu futuro acadêmico.

    Este texto é uma pequena contribuição, claro que existem outros elementos, temos mais de 3.000 estudantes que podem e devem contribuir na construção de uma CARACTERIZAÇÃO COLETIVA e, ao saber exatamente que “UNIVERSIDADE TEMOS”, podemos dar um salto de qualidade para “QUE UNIVERSIDADE QUEREMOS”, resgatando uma discussão que vem sendo escamoteada na PRÁXIS ACADEMICISTA há anos.

    Todos sabem, ou pelo menos deve ter ouvido falar, que as UNIVERSIDADES desde o período da ESCOLÁTICA estavam a serviço de uma ideologia e isto não é esta sendo diferente nos dias atuais. Esta dualidade, de uma universidade para formar uma ELITE e outra para formar MÃO DE OBRA PRECARIZADA PARA DAR AULA EM ESCOLAS PÚBLICAS E PRIVADAS, reservando a POUCOS ESTUDANTES o caminho da PÓS-GRADUAÇÃO E DOUTORADO, dentro da lógica POSITIVISTA E ACADEMICISTA é um trem que tem de ser discutido e, A LUTA DA UNIFESP, traz esta oportunidade.

    A sensação é que ainda não temos idéia do que estamos “mexendo”. Mas pelas ações fortemente caracterizadas (odiosas) de alguns DOCENTES, tudo indica que estamos no caminho certo. É um momento histórico, quem viver verá!

    A luta continua, temos uma pauta – é verdade, mas o que está em nossas mãos (DOCENTES, ESTUDANTES E TÉCNICOS) é algo que pode resultar em GRANDES E EFETIVAS TRANSFORMAÇÕES NA ACADEMIA e a tarefa não é para MEIA DÚZIA, tem muita gente escrevendo e lutando por uma universidade que pense em HUMANIZAR A HUMANIDADE e não dar continuidade a mais uma geração de PRÁTICO-UTILITÁRIOS e, o filósofo Adolfo Sánchez Vázquez, falecido recentemente, deixou uma contribuição (claro, tem outros): A FILOSOFIA DA PRÁXIS. .

    Finalizo lembrando que em geral o único momento REVOLUCIONÁRIO para muitos humanos é o famoso “TAPA NA BUNDA” quando nasce viabilizando sair do meio aquático (liquido amniótico) e respirar o oxigênio, botando os pulmões para funcionar (que revolução biológica). Depois, no geral, ficamos ANESTESIADOS a procura de um sentido para a vida, com tanta coisa para fazer e um UNIVERSO INTEIRO PELA FRENTE, aliás, belíssimo o último livro de RICHARD DAWKINS. Indico. Puro idealismo – sustentado inclusive pelas universidades.

    Vamos à luta e, tenho plena concordância com as diretrizes do COMANDO DE GREVE E OCUPAÇÃO: estamos abertos para sentar com os DOCENTES em greve na Unifesp Campus Guarulhos. Eles representam uma categoria e estão em luta por melhores condições de trabalho, carreira e salários – afinal: é um bom caminho seguir a lógica do produtivismo acadêmico?

    Quanto à caracterização acima, caso esteja errado e for apenas UM DESEJO, fora da REALIDADE, sem problemas, errar é humano, aliás, demasiadamente humano.

    Até a vitória!

  5. Pessoal, errei, onde se lê:

    “Finalizo lembrando que em geral o único momento REVOLUCIONÁRIO para muitos humanos é o famoso “TAPA NA BUNDA” quando nasce viabilizando sair do meio aquático (liquido amniótico) e respirar o oxigênio, botando os pulmões para funcionar (que revolução biológica). Depois, no geral, ficamos ANESTESIADOS a procura de um sentido para a vida, com tanta coisa para fazer e um UNIVERSO INTEIRO PELA FRENTE, aliás, belíssimo o último livro de RICHARD DAWKINS. Indico. Puro idealismo – sustentado inclusive pelas universidades.”

    Leia-se:

    Finalizo lembrando que em geral o único momento REVOLUCIONÁRIO para muitos humanos é o famoso “TAPA NA BUNDA” quando nasce viabilizando sair do meio aquático (liquido amniótico) e respirar o oxigênio, botando os pulmões para funcionar (que revolução biológica). Depois, no geral, ficamos ANESTESIADOS a procura de um sentido para a vida (Puro idealismo – sustentado inclusive pelas universidades.) com tanta coisa para fazer e um UNIVERSO INTEIRO PELA FRENTE (a matéria traz tantas coisas belas, muito superior ao mero CONTO DE FADAS aliás é conhecido que, NUM JARDIM TÃO LINDO – PRODUZIDO PELA NATUREZA, PORQUE INVENTAR FADAS?). Como indicação sugiro o livro “A Magia da Realidade” do polêmico cientista Richard Dawkins.

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