É esse o diálogo, reitoria?

DIÁLOGO COM OS ESTUDANTES?

NÃO, criminalização do Movimento Estudantil da UNIFESP…43 ESTUDANTES PRESOS HOJE!

Quem puder ajudar de alguma forma, segue o endereço de onde os estudantes estão:

Policia Federal da Lapa
R. Hugo D’Antola, 95 – Lapa de Baixo – São Paulo-SP
CEP 05038-090

Divulguem!

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25 respostas para É esse o diálogo, reitoria?

  1. Júlia Rosa disse:

    Se nao estivesse um friozinho e uma chuvinha tão boa, eu até levava um maço de cigarro kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Eu acho que não bem cigarro que eles querem fumar … ashhuasuhausua
    Sinto pena que eles não ver o sol nascer quadrado mas sim chuva hhuauhasuhhua
    Bom feriado para eles.

  3. desanimada disse:

    Publicar um texto com este título é absurdo… sou a favor das melhorias, mas gente… infelizmente vcs procuraram tbem (há vários convites pra diálogo, só o pessoal olhar na intranet da UNIFESP)… vcs com tantos gritos de guerra e as oportunidades q tiveram nada foi aproveitado… sair daqui do meu quentinho pra levar jumbo na porta da cadeia… pelo amor né… e se o advogado não for rápido, ficarão o fim de semana todos os “alunos/estudantes” em cana… se forem pra um CDP tão ferrado… dormir 50 caras numa cela que cabem 20… pelo menos ficarão quentinhos ja q ta mto friooooooo…
    qto um advogado cobra pelo um habeas corpus?
    quem vai pagar???? os partidos tem grana né!!!!!!! espero q não saiam do bolso do contribuinte

  4. Júlia Rosa disse:

    Vai ser tão lindo revolucionário filhinho de papai sendo libertado pelo advogado, enquanto revolucionário pobre vai curtir o feriado em cana! Que mundo cruel e desigual!

    Bom, no minimo deveriam curtir “a cana” comunitariamente, bater o pé fazer birra e nao querer ajuda do papai…… Companheiro de verdade curti as alegrias e as tristezas, né?!

  5. Parabéns, conseguiram! Vamos ver agora quem é quem! Nesse meio tem um monte de burguês se achando revolucionário. Um monte de papai com advogado de chaveirinho na porta da PF. Advogado particular, é claro! Quero ver os que foram de embalo e não tem onde cair morto passando o feriado vendo a chuva pelo quadrado da cela apertada. Sim ao diálogo!!! Não ao radicalismo!!!

  6. drbetoadvogado disse:

    A Lei da Semeadura

    “…porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará”. (Gálatas 6.7b ARA)

    O triste episódio de hoje à tarde não foi, nem de longe, o cumprimento de uma profecia bíblica. Até porque, não precisamos recorrer aos serviços futurísticos Divinos para “prever” que isso iria acontecer, cedo ou tarde. O enredo que se desenrolava caminhava para a tal “crônica de uma morte anunciada”.
    Espero que os partidos políticos de extrema esquerda não deixe seus valorosos militantes à deriva, mas os recompense com o devido auxílio jurídico, nesse momento de penumbra.
    Lamento ainda, pelos calouros que de forma irreflexiva, ou de plena inexperiência, embarcaram nessa nau sem rumo. É exatamente nesse momento, de pleno abandono, que se darão conta de como foram influenciados. Ainda assim, ajudaram na semeadura, são coniventes com o caos, e serão responsabilizados pela “colheita maldita” que ajudaram a plantar.

    Fica então, seguindo o preceito bíblico, como sugestão para o cárcere, “A Colheita Maldita 1, 2, 3, 4…”. Pena que não será possível pipoca! Mas deixo-lhes uma pequena degustação:

    Bom divertimento!

  7. drbetoadvogado disse:

    Em tempo 1: Alguém viu o Alpha???

    Em tempo 2: Defensoria pública só na segunda. Como pediram para “ajudar de alguma forma”… Colaborarei com a inserção do endereço: Av. Liberdade, 32, Centro – Atendimento de segunda a sexta das 7h às 9h30min. Ou seja, tem que chegar cedinho na segunda, pois existe lá algo chamado distribuição de senhas.

    • Alpha disse:

      Bebi tanto que acabei apagando… kkkkkkkkkkkk

      Agora o lema é “Cumprir, Desocupar, POLÍCIA MILITAR” hauuhahuaahuahuauh

      • marucosan disse:

        Bebida o caramba, tu tá alucinadaço!; como não pareces ser um destes sedentos por sangue, acho que não foi a prisão dos estudantes que deixou seus acetílicos eufóricos.

        • Alpha disse:

          ahahahaha mas não foi mesmo, só passei um pouco da conta. É que não sou muito forte para bebida, ainda mais se for doce. A última coisa que vi ontem foi a PM tirando eles de lá, depois disso não vi mais nada e estou me assuntando aqui e no face.

  8. Fui a favor desse movimento até perceber que muitos só estavam a procura de satisfazer suas vaidades enquanto os que realmente se preocupavam com o bem geral tinham suas vozes sufocadas. As reivindicações do movimento são de extrema importância, essenciais eu diria, mas os métodos utilizados para consegui-las me parecem equivocados. Esquecem que a maior parte dos discentes do noturno são trabalhadores e não recebem auxilio. Muito pelo contrário, muitos ajudam no orçamento da família e não tem todo o tempo do mundo para ficarem participando de grupos organizados. É somente por esse motivo que a grande maioria, contrária a estas ações não conseguiu dar outro rumo a essas negociações. Enfim a minoria que se organizou conseguiu impôr suas vontades, agora assumam os seus atos!!!

  9. drbetoadvogado disse:

    Em tempo 3: O senhor da Práxis foi enquadrado também???

  10. failmoon disse:

    Bom feriado para vcs 😀

  11. 11aa22bb disse:

    Reinaldo Azevedo
    Que falta faz um Voltaire

    “O socialismo acabou, sim. Então vamos lá: ‘Abaixo o socialismo!’.
    Porque ele sobreviveu nas mentalidades e ainda oprime o cérebro
    dos vivos com o peso de seus milhões de mortos. O século
    passado viu nascer e morrer esse delírio totalitário”

    Falei outro dia a estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Um deles, militante socialista, antiimperialista, favorável ao bem, ao justo e ao belo, um verdadeiro amigo do povo (por alguma razão, ele acha que eu não sou), tentou esfregar Rousseau (1712-1778) na minha cara como exemplo de filósofo preocupado com o bem-estar do homem. “Justo esse suíço que não cuidava nem dos próprios filhos, entregando-os todos a asilos de crianças?”, pensei. O sujeito amava demais a humanidade para alimentar as suas crias. “O que será que alguns mestres andam dizendo nas escolas?” Já participei de outros eventos assim. A expressão do momento, nas universidades, é resistir à “colonização promovida pelo mercado”. A maioria silenciosa não dá bola pra essa besteira. A minoria barulhenta vai à guerra. O conceito é curioso porque faz supor que possamos ser caudatários, então, de uma cultura autóctone, de um nativismo pré-mercado ou de um tempo edênico em que o mundo não havia sido ainda corrompido.

    A pauta de contestação varia pouco. Que importa se Israel é a única democracia do Oriente Médio? A justiça, sem matizes, estará sempre com os palestinos. O terrorismo islâmico assombra o planeta e obriga os regimes democráticos a uma vigilância que testa, muitas vezes, seus próprios fundamentos? A culpa cabe ao “fundamentalismo cristão” de George W. Bush, com sua “guerra ao terror”. As Farc seqüestram e matam? É preciso eliminar a influência que os EUA exercem na América do Sul. O crime assombra a vida cotidiana dos brasileiros? O país precisa é de menos cadeias e mais escolas, como se fossem categorias permutáveis. Existe remédio para a tal “injustiça social”? Claro! Responda-se com a estatização dos pobres. A Terra está derretendo? É preciso pôr fim ao neoliberalismo. Sem contar os malefícios da imprensa burguesa…

    Agora sei. É tudo culpa de Rousseau e do seu Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens. Quem melhor comentou a obra, numa cartinha enviada ao próprio autor, foi Voltaire (1694-1778), pensador francês: “Quando se lê o seu trabalho, dá vontade de andar sobre quatro patas”. Este sabia das coisas. Descobriu a “força da grana – e da liberdade – que ergue e destrói coisas belas”. Está claro nos textos de Cartas Inglesas. E, à diferença do outro, não dava muita pelota pra esse papo de “igualdade”.

    Algumas normalistas de meias três-quartos do articulismo pátrio diriam que Voltaire era um malcriado. Onde já se viu tratar daquele jeito um senhor que só pensava no bem da humanidade? Afinal, o que ele queria? Ora, todos cedemos um pouquinho aos interesses coletivos e seremos felizes. Não sou Voltaire: minhas ambições e meu nariz são menos proeminentes, mas noto o convite permanente para que passemos a nos deslocar sobre quatro patas. Na prática, o iluminismo anglo-saxão venceu: a força da grana erigiu cidades, catedrais, civilizações e fez vacinas. O discurso da igualdade, quando aplicado, produziu uma impressionante montanha de mortos. Mas vejam que coisa: é Rousseau quem está em toda parte, reciclado pela bobajada do marxismo, que tentou lhe emprestar o peso de uma ciência social.

    O que isso quer dizer na história das mentalidades? O socialismo perdeu o grande confronto da economia e desabou sobre a cabeça dos utopistas, mas as esquerdas têm vencido a guerra da propaganda cultural, impondo a sua agenda, aqui e em toda parte. Dominam o debate público e, pasmem!, foram adotadas pelo capital. Estão incrustadas, como se sabe, nas universidades e nos aparelhos do estado, mas também nas grandes empresas, que financiam institutos culturais e ONGs dedicados a preservar as árvores, as baleias, as tartarugas, a arte e, às vezes, até as criancinhas. De quebra, também nos convidam a ser tolerantes com o que nos mata.

    São todos, de fato, “progressistas”, filhos bastardos do suíço vagabundo. Eu, um “reacionário”, um tanto voltairiano, embora católico, pergunto aos meus botões: um banco não é mais “humanista” quando oferece crédito e spread baratos do que quando se propõe a salvar o planeta? Na propaganda da TV, a mineradora parece extrair do fundo da terra mais sentenças morais do que ferro, mais poesia e idéias de “igualdade” – esta droga perigosa – do que minério. Escondam o lucro! Ele continua a ser um anátema, um pecado social e uma evidência de mau-caratismo. O lucro leva pau até em roteiro de Telecurso 2º Grau. Aposto que boa parte dos nossos universitários, a pretensa elite intelectual brasileira, acredita que as vacinas nascem do desejo de servir, não da pesquisa financiada pela salvadora cupidez da indústria farmacêutica.

    O socialismo acabou, sim. Então vamos lá: “Abaixo o socialismo!”. Porque ele sobreviveu nas mentalidades e ainda oprime o cérebro dos vivos com o peso de seus milhões de mortos. O século passado viu nascer e morrer esse delírio totalitário. Seu marco anterior importante é a Revolução Francesa, mas sua consolidação se deu com a Revolução Russa de 1917, que ousou manipular a história como ciência da iluminação. A liberdade encontrou a sua tradução nos campos de trabalhos forçados, com a população de prisioneiros controlada por uma caderneta ensebada que o ditador soviético Josef Stalin (1879-1953) levava no bolso. A igualdade mostrou-se na face cinzenta da casta dos privilegiados do regime. A fraternidade converteu os homens em funcionários do partido prontos a delatar os “inimigos do estado e do povo”. A utopia humanista vivida como pesadelo impôs-se pelo horror econômico e acabou derrotada pelo inimigo contra o qual se organizou: o mercado. Mas, curiosamente, sobreviveu como um alucinógeno cultural.

    De que “socialismo” falo aqui? É claro que o modelo que se apresentava como “a” alternativa não-capitalista de organização da sociedade desapareceu. E a China é a prova mais evidente de sua falência – do modelo original, o país conservou apenas a ditadura do partido único. O livro O Fim da História e o Último Homem, do historiador americano Francis Fukuyama, já se tornou um clássico do registro desse malogro. Demonstrou-se a falência teórica e prática de um juízo sobre a história: aquele segundo o qual o macaco moral que fomos nos tempos da coleta primitiva encontraria o estágio final de sua sina evolutiva no bom selvagem socialista, de espinha ereta, pensamentos elevados e apetites controlados pela ética coletiva.

    De fato, os donos das minas de carvão (que seres desprezíveis!), os mercadores cúpidos, os colonizadores e até seus sicários, toda essa gente acabou, mesmo sem saber, civilizando o mundo. Felizmente, o homem não é bom. A sociedade, por meio dos valores, é que ajuda a controlar os seus maus bofes. Estamos falando de duas visões distintas de mundo. Uma supõe uma religião em que o deus único é o estado; o bem alcançado é diretamente proporcional à redução do arbítrio individual: menos alternativas, menos probabilidade de erro. E a outra acolhe a vontade do sujeito como motor da transformação do mundo, respeitadas algumas regras básicas de convivência. Atenção: a democracia moderna nasce dessa vertente, não da outra, semente dos dois grandes totalitarismos do século passado: fascismo e comunismo.

    É o modelo de proteção às liberdades individuais, sem as quais inexistem liberdades públicas, que nos faculta o direito de criticar o nosso próprio modelo. Não obstante, as causas influentes, reparem, piscam um olho ora para utopias regressivas, ora para teorias que nos convidam a entender os facínoras segundo a particularíssima visão de mundo dos… facínoras! É a forma que tomou a militância de esquerda, que nos convida a resistir à “colonização promovida pelo mercado”.

    Tomem cuidado com os militantes da “igualdade” e da “justiça social”. Toda crença tem um livro de referência. Esta também. Além de ter sido escrito com o sangue de muitos milhões, só se pode lê-lo adequadamente sobre quatro patas.

    http://veja.abril.com.br/020408/p_052.shtml

    • Rapaz, você foi ao reacionário Reinaldo Azevedo do detrito de maré baixa buscar argumentos contrários à greve? Só uma palinha desse textinho fraquinho: Israel é um Estado criminoso, pois mantém colonos em terras ocupadas, o que fere o Tratado de Versailles. Se você fosse um pouquinho mais inteligente teria opiniões próprias e não precisaria copiar e colar. Reinaldo Azevedo, putz…

      • 11aa22bb disse:

        Ah, sim. Pois é, opiniões próprias, igualzinho uma moça que foi ao microfone de alguma assembleia e disse “devemos deixar os professores e pensar por nós mesmos”. E foi ovacionada. Esse é o tipo de inteligência que a democracia grevista aceita? Só é inteligente quem no primeiro ano de universidade tem condições de opinar e escrever como alguém que possui um doutorado? Se não me engano, no tempo da Revolução Cultural chinesa havia um pensamento semelhante… Enfim. Reinaldo Azevedo não é meu amigo, mas às vezes diz coisas que eu concordo, não é burrice postar, é reconhecer o autor e dar a ele os créditos da leitura. Plagiar é coisa comum neste blog, que certamente desconhece o que significa a ABNT.

  12. marucosan disse:

    … Zildjian e espirituoso, nesta noite fria, enfim dormem felizes, depois de terem gozado com o grande objeto cilíndrico preto dos outros.

  13. AOS QUE REJEITAM A VIOLÊNCIA QUE NÃO VENHA DO CASSETETE.
    (Não escrevo este texto para todos que são contra a greve, sei que muitos de vocês não aprovam a violência, mas esse não é o caso da maioria dos que puseram comentários aqui. Peço que não se sintam ofendidos, pois eu os considero. Mas não tenho consideração alguma pelos que se demonstram hipócritas e covardes)

    Como podem rir dos que foram violentados.

    É interessante como esse povo que fica chamando os outros de violentos tem tanta admiração pelo choque e pelos outros setores da polícia militar que mais mata no mundo!
    Uma “muito elevada” espiritualmente chega a dizer “Napalm neles”. Quanto amor e pureza espiritual!
    Sabem que é a instituição e o poder político que nos tem roubado ou, no mínimo, não têm tido interesse algum em fazer, ao menos, seu trabalho burocrático para a melhoria do ensino e, além de aplaudir a estes, ainda riem quando a polícia vem exercer violência.
    Infelizmente eu não poderia esperar outra coisa desse covardes sem rostos que se dizem Justos, que juram zelar pela moral e pelos bons costumes (costumes bons para quem?), enquanto adoram ver o cassetete descer nas costas de alguém.
    Esses se acham muito “puros” para ficarem atirando pedras e cassoando dos que foram violentamente detidos.
    Bando de hipócritas!
    Os idiotas sabem que dói, que não é bom, eles morreriam de medo de passar por algo assim. No tal do Ato convocado pela PRAE um deles chegou a ser mais nobre que os outros, tomou o microfone em mãos, expôs a cara e foi assumir, em público, que era um cuzão, que estava com medinho das palavras de ordem do pessoal que descia em ato do campus da Unifesp para o galpão (ou a lata) de lixo em que estudaremos. O williams logo se desesperou e esbravejava: “fomos sequestrados” quando o braço direito do reitor quis impedir que os estudantes entrassem no terreno do galpão. Enquanto ele pensava que eram os alunos que fechavam o portão parecia uma revoada toda de maritacas, mas interessante é que ele não foi reclamar com o Leduino ou o MC depois, ficou quietinho.
    Bando de cagões.

    Depois, um hipócrita desses virá me cobrar respeito. Quem não tem ética cobra etiqueta!

    Essa e a nossa atual política do pão e circo: os covardes adoram ver os outros serem jogados na arena, enquanto estão bem escondidinhos atras de pseudônimos e outras máscaras.
    Ou, no mínimo, são mesquinhos querendo um canudo entiquetado pela Unifesp. Eu arrumo uns pra vocês na próxima assembleia, não tenho dinheiro para comprar um de boa qualidade, mas parece que boa qualidade não é pré-requisito, para eles.

    SE ESTES FOREM OS QUE DIZEM QUERER DEFENDER A UNIFESP, COVARDES ASSIM, SE FOREM NOSSA LINHA DE FRENTE, EU PREFERIREI DIZER “OH E AGORA, QUEM PODERÁ NOS DEFENDE” E APELAR PRO CHAPOLIN.

    Pois a turma do filósofo quico (aquele lá que fez pedagogia na Usp e estuda na unifesp agora, Fiz até uma tirinha sobre ele, e estou pensando em distribuir novamente), cheia de medinho, mesmo que chamem suas mães, não poderá ajudar ninguém.

    Eu sou muito menor que a maioria, certamente sou mais fraco. Mas me recusaria a ter medo desses covardes.

    Desejo sorte aos companheiros e espero poder ajudar. Nunca aprovarei violência física. Espero que muitos outros também pensem assim.

    Diógenes.

  14. Alpha disse:

    ai gente… e pensar que há menos de uma semana estavam comemorando tanto ahahahaha

    música característica do fim dessa ocupação:

  15. Jeferson disse:

    E qual diálogo vocês promoveram para a solução do problema ?. Quanta hipocrisia.

  16. Márcio disse:

    Sou totalmente contra a violencia fisica e verbal praticada aos quatro ventos. A greve foi legitima até o momento que os seus defensores utilizaram de métodos violentos para fazerem valerem suas opiniões (argumentos sim….intimidação na base da violência não certo?).

    Quando os piquetes não foram objeto de votação associado a ocupação além do fato de pixações fazerem parte da arqutietura do prédio (alguém em sã consciência duvida que foram os próprios estudantes os autores de muitas atrocidades perpetuadas contra a infraestrutura do prédio?).

    Contra a violência como forma (deturpada aliás) de argumento.

    A reinvindicação era, entre outras coisas, por uma melhor infraestrutura no campus.

    Porra tão acabando com o pouco que tem !!!!!!

    Antes as aulas, a relação do aluno com o conhecimento (nem digo de boas aulas de apenas alguns professores, não é ess o mérito afinal se um professor deu uma boa aula ele não fez mais que a obrigação correto?).

    Digo que havia sim boas aulas e os grevistas (que ao que parece só acreditam na velho formula de fazer greve), eliminaram uma das poucas coisas que funcionavam.

    Lamentável.

    marciobalzac@gmail.com

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