Entrevista com Leduino: “Polícia Militar não combina com educação, universidade. Nunca dará certo”

Leia a matéria completa

Em nota, o professor Luiz Leduino de Salles Neto, pró-reitor de Assuntos Estudantis (PRAE), reagiu à ação policial. Ele foi aluno de Matemática da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e atualmente é docente do Instituto de Ciência e Tecnologia da Unifesp – campus São José dos Campos.

Frente à ação policial ocorrida no campus Guarulhos da Unifesp no dia 14 de junho de 2012, a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) manifesta a toda comunidade acadêmica e a toda sociedade o veemente repúdio à opção de tratar as questões universitárias, por mais complexas e controversas, por meio da violência.

Ressaltamos que são valores da PRAE o compromisso com a democracia e o respeito à diversidade intelectual, cultural, social e política.

Segue a entrevista realizada pela equipe de reportagem VIO MUNDO:

Viomundo — A sua pró-reitoria divulgou nota repudiando a violência policial. Por quê?

Luiz Leduino Neto – Discordo radicalmente da opção de chamar a PM para atuar em uma situação que envolva um movimento reivindicatório na universidade, pois se há um problema, o mesmo não só não será resolvido, como será piorado. Os dirigentes da universidade, em todos os níveis, devem sempre tentar o diálogo, a negociação. Temos um papel educativo em relação aos nossos estudantes e devemos ser referência para toda a sociedade. Violência nunca deve ser a opção.

Viomundo — O que os alunos fizeram se justificava chamar a PM?

Luiz Leduino Neto — A PM é incapaz de ajudar num momento como aquele. Obviamente a PM não foi lá para negociar. No vídeo amplamente divulgado sobre a ação policial, nota-se que cerca de 20 estudantes estão cantando e repetindo palavras de ordem em frente à diretoria do campus. De repente, de forma violenta, um policial retira uma estudante do grupo. A estudante não oferecia nenhum risco, estava entoando palavras de ordem estudantis como todos os demais ali presentes.

Agora, se você vê uma amiga ou um amigo sendo agredido e levado para longe de forma truculenta, o que faria?  Mas os estudantes nem tiveram tempo de reagir,  a ação da PM foi brutal, com bombas e tiros de borracha.

Havia estudantes que não estavam protestando e foram atingidos. Professores, técnicos administrativos que estavam lá trabalhando e crianças filhos de estudantes também tiveram suas integridades físicas ameaçadas.

Viomundo – O senhor estava no campus da Unifesp Guarulhos no momento das prisões?

Luiz Leduino Neto — Eu cheguei ao local pouco depois da prisão dos estudantes.  Eu estava num evento da pró-reitoria em Osasco, quando um aluno me avisou pelo celular que a PM estava lançando bombas no campus de Guarulhos. A cena que eu vi quando cheguei era de pós-guerra: sangue, vidros quebrados, muitas pessoas em pânico… Assim, a PM não trouxe segurança, trouxe violência e medo.

Viomundo – As reivindicações dos alunos em greve procedem?

Luiz Leduino Neto — A pauta dos estudantes em greve do campus Guarulhos pode ser encontrada AQUI.

As reivindicações são justas. A infraestrutura é, de fato, muito aquém da reconhecida qualidade da Unifesp. O acesso ao campus por transporte público é muito deficiente. Falta um terreno para iniciarmos o projeto de residência universitária, entre outras questões igualmente pertinentes. Mas a greve já resultou em alguns avanços – há empenho da reitoria e do MEC na busca por soluções. Precisamos retomar a mesa de negociação e o debate amplo e respeitoso entre todos. Todos devem ceder.

 Viomundo —  E agora?

Luiz Leduino Neto – Convocamos uma reunião extraordinária do Conselho de Assuntos Estudantis da Unifesp para esta segunda-feira, na parte da manhã. Precisamos discutir coletivamente o que fazer.

Não podemos permitir que essas atrocidades voltem a ocorrer na universidade. Também temos o desafio de reconstruir as relações no campus. Professores, estudantes e técnicos administrativos têm os mesmos objetivos.

O momento exige união em defesa do campus e da Unifesp. Apesar das deficiências apontadas e que devem ser sanadas, o campus Guarulhos possui ótimos cursos de graduação, mestrado e doutorado e diversos projetos de pesquisa e extensão de excelência.

Creio que a saída para essa crise deve passar pelo estabelecimento de uma ampla mesa de negociação e de uma grande força-tarefa visando soluções a curto, médio e longo prazo. A universidade pública é um patrimônio do povo brasileiro, deve ser defendida, melhorada e a sua expansão deve continuar.

Viomundo — O senhor gostaria de acrescentar mais alguma coisa sobre este episódio lamentável?

Luiz Leduino Neto — Acho que não pode haver mais dúvidas: Polícia Militar não combina com educação, com universidade.  Nunca deu, não dá e nunca dará certo.  Tivemos recentemente na USP casos também lamentáveis. A universidade é o espaço do pensamento livre, da crítica, do debate, do diálogo.

Vou além: o papel da PM, de forma geral, deve ser amplamente debatido e revisado pela sociedade. E não se trata apenas de responsabilizar os integrantes da PM pelos abusos, mas quem a comanda e governa e, de forma mais ampla, redefinir sua própria concepção.

Esse post foi publicado em Saiu na mídia e marcado , , , , . Guardar link permanente.

22 respostas para Entrevista com Leduino: “Polícia Militar não combina com educação, universidade. Nunca dará certo”

  1. Never disse:

    Vandalismo não combina com Educação, universidade. Nunca dará certo.

  2. Misael Filosofia Noturno disse:

    Muito oportuno o posicionamento do professor. Todavia, não se deve esquecer de que ele é parte dirigente da instituição e, por isso, suas palavras não bastam para amenizar a atuação de seu(s) par(es). Seria necessário ação no sentido de evitá-la. Poderia começar forçando a quebra do acordo firmado entre a instituição da qual participa e a polícia militar. Aos reacionários deixo meu modesto conselho: vocês possuem uma gama de ferramentas de dominação; é desnecessário o emprego da repressão violenta institucionalizada, afinal, “pega mal”.
    Prossigamos!

  3. PROFESSORES UNIFESP disse:

    Carta da professora Ana Nemi para a ombudsman da Folha de São Paulo.

    Prezada Suzana Singer,

    Gostaria de me manifestar sobre os episódios recentes no campus Guarulhos, onde funciona a Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da UNIFESP. Ao contrário do que vem sendo veiculado, o que os alunos faziam ali não era ato político pacífico, eles estavam cassando o direito de ir e vir dos professores e funcionários que eles acuaram na Diretoria Acadêmica gritando “invasão”, “invasão”. O que a polícia fez foi retirar os alunos de lá para que os professores e funcionários ali acuados pudessem retornar do trabalho para suas casas. Quando a polícia chegou eles já haviam vandalizado o prédio quebrando vidros e pichando as paredes que estavam sendo recuperadas dos atos de vandalismos cometidos por eles durante os dias em que ocuparam o campus na semana anterior.
    Sendo assim, gostaria de afirmar que também fiz movimento estudantil, também defendi a democracia no exato início dos anos 80 quando, em meio ao apagar das luzes da ditadura e o retorno dos exilados, lembrávamos que Edson Luís morreu para que pudéssemos falar e não para que estudantes das décadas seguintes impedissem colegas, professores e funcionários de uma instituição pública de se manifestarem e de darem aulas.
    A polícia não foi chamada para impedir movimento político pacífico, ela foi chamada porque alguns alunos acuaram pessoas da comunidade acadêmica e optaram por tratar questões universitárias, por mais complexas e controversas que sejam, por meio da violência. Exatamente ao contrário do que vem sendo divulgado. A polícia foi chamada, repito, porque esses alunos não respeitam a democracia, a diversidade intelectual, cultural, social e política.
    E que não se afirme que o que ocorreu na EFLCH/UNIFESP é precedente para que a polícia ocupe espaços universitários ou que estaríamos importando tecnologia da USP, conforme poucos colegas apressados e desinformados disseram. Estamos lidando com a exceção e, em nome dos princípios democráticos que a exceção pretende suspender, não permitiremos que se torne regra. Assim, não estou advogando a presença da polícia no campus e nem considero aceitável ver alunos feridos ou enfrentando policiais armados. Mas é bom lembrar que foram os alunos que precisaram chamar a polícia há algumas semanas para que um colega deles que defendia outras ideias saísse escoltado do campus em função das agressões que sofria, exatamente do mesmo grupo de grevistas que acuou parte da comunidade acadêmica na quinta-feira, 14 de junho. O recurso à exceção, portanto, tem partido dos alunos devido às atitudes autoritárias do grupo de alunos minoritário que vem sequestrando o espaço público de debates que vínhamos construindo na EFLCH, infelizmente…
    Quero, no entanto, e para finalizar, resistir ao uso político e partidário que vem sendo feito dos problemas decorrentes da construção de um campus de universidade pública. Evidentemente não somos favoráveis ao uso da força como argumento político, por isso repudiamos o grupo de alunos que vem nos acuando violentamente e tentando sequestrar o espaço do campus em favor das pautas eleitorais dos seus pequenos partidos, assim como repudiamos a imprensa que os acolhe sem ouvir aos professores que eles perseguem e caluniam.

    Cordialmente,

    Ana Nemi (História/UNIFESP)

    Em colaboração com:

    Rita Paiva (Filosofia/UNIFESP)
    Maria Fernanda Lombardi (Ciências Sociais/UNIFESP)
    André Medina Carone (Filosofia/UNIFESP)
    Maria Luiza Ferreira de Oliveira (História/UNIFESP)
    Plínio Junqueira Smith (Filosofia/UNIFESP)
    Bruno Konder Comparato (Ciências Sociais/UNIFESP)
    Rafael Ruiz (História/UNIFESP)
    Mirhiane Mendes de Abreu (Letras/UNIFESP)
    Ligia Ferreira (Letras/UNIFESP)
    Wilma Peres Costa (História/UNIFESP)
    Gabriela Nunes Ferreira (Ciências Sociais).

    • Morador da Lapa disse:

      Todo apoio aos Professores!
      Se cuida “comando” de greve; seus irresponsáveis!
      Será que algum resquício de consciência habita os espaços ínfimos de suas massas encefálicas?

      • Mineirim disse:

        Morador da Lapa, o grupo continua mentindo deslavadamente. Continuam escondendo que começaram o quebra antes da chegada da policia. Eles são fascistas. Treinados numa seita particular.

    • Misael Filosofia Noturno disse:

      Eis o posicionamento político nada dócil, de um grupo menor ainda do que aquele que acusa de ser pequeno, justificando a violência que tanto condena. Isso é democracia: o direito de expressão, por mais contraditória que possa ser. Ou este texto não tenta justificar o emprego da violência no combate à violência?

      • Morador da Lapa disse:

        Caro Misael, acho que você cometeu um pequeno deslize na interpretação do texto. Releia, por favor.
        Att.

        • Misael Filosofia Noturno disse:

          Caro “Morador da Lapa” (desculpe-me, eu não sei o seu nome), apenas contrapus o meu posicionamento ao do grupo de professores porque assisto ao emprego da violência no combate à violência por diversos indivíduos e segmentos sociais que, em muitos casos, ao mesmo tempo, negam fazê-lo. Segue o trecho em que entendo ser uma justificação, uma explicação, uma razão, um motivo etc. para o fato de a polícia ter sido chamada (para combater a violência – obviamente e fatidicamente com violência):

          “A polícia não foi chamada para impedir movimento político pacífico, ela foi chamada porque alguns alunos acuaram pessoas da comunidade acadêmica e optaram por tratar questões universitárias, por mais complexas e controversas que sejam, por meio da violência. Exatamente ao contrário do que vem sendo divulgado. A polícia foi chamada, repito, porque esses alunos não respeitam a democracia, a diversidade intelectual, cultural, social e política”.

          Continuo entendendo com justificativa, amparada por uma adesão à ordem. Também continuo respeitando esse posicionamento, porque é político, e a ele contrapondo o meu, porque discordo dele.

          Obrigado por sua consideração,

          Respeitosamente,

          • A carta da professora Ana Nemi por objetivo denunciar os abusos que alguns membros do comando de greve cometeram. Mas o que eu me pergunto é: para isso é necessário omitir que houve truculência policial? Que excessos da polícia? Num campus de humanas, certos professores e alunos ainda se utilizam do binarismo, técnica analítica da realidade que serve bem aos intuitos demagogos. Sinceramente, espero que tenha sido essa a intenção da professora Ana Nemi, que é, diga-se de passagem, uma grande historiadora.

    • Carta do ESTUDANTE graduando em Filosofia Juraci Baena Garcia para a ombudsman da Folha de São Paulo.

      Prezada Suzana Singer,

      De forma resumida esclarecemos que a pauta de reivindicações dos ESTUDANTES da Unifesp Campus Guarulhos está centrada em 3 (três) eixos:
      1) CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DO MOVIMENTO ESTUDANTIL
      2) DEMOCRATIZAÇÃO DA ESTRUTURA DE PODER DA UNIFESP
      3) INFRAESTRUTURA.

      Quanto a INFRAESTRUTURA existe quase unanimidade dos setores que compõe a Unifesp Guarulhos (ESTUDANTES, TÉCNICOS E DOCENTES), bem como, da própria REITORIA que a infra-estrutura do Campus Guarulhos é precária, exigindo imediatos investimentos de curto, médio e longo prazo.

      Sem entrar nos problemas relativos ao REUNI, podemos afirmar que uma questão de fundo ligada à PRECARIZAÇÃO seja a comprovada intenção de transferência do CAMPUS GUARULHOS PARA SÃO PAULO, matéria esta pacificada durante este período de greve.

      A grande QUESTÃO DE FUNDO QUE NÃO ENVOLVE VERBAS PUBLICA e sim VONTADE POLÍTICA sofre forte resistência da burocracia da UNIFESP, está materializada nos ITENS 1 e 2, a saber:

      Item 1 – CRIMINALIZAÇÃO DO MOVIMENTO ESTUDANTIL: 48 estudantes, mesmo absolvidos em primeira instancia, sofrem ação do MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, resultante das reivindicações que perduram desde 2007.
      Em 2012 ocorreram mais 72 prisões de estudantes, amplamente divulgado pela imprensa falada e escrita.
      Esta tem sido a política da UNIFESP diante do MOVIMENTO ESTUDANTIL.
      Portanto, a REITORIA trata os estudantes como caso de polícia e não aceita discutir a suspensão dos PROCESSOS ADMINISTRATIVOS QUE VISAM A EXPULSÃO de todos aqueles que questionam sua política educacional, inclusive bancada tanto pelo CONSU quanto pela CONGREGAÇÃO, composta por parte destes professores que assinaram o manifesto enviado a ombudsman da Folha de São Paulo.

      No item 2 – DEMOCRATIZAÇÃO DA ESTRUTURA DE PODER DA UNIFESP: tanto o Reitor quanto a Diretoria Acadêmica, apoiados por parte majoritária do CONSU e da CONGREGAÇÃO DO CAMPUS GUARULHOS, seguidamente violam com a liberdade e autonomia universitária, tencionando o tempo todo o movimento estudantil, quando das reivindicações por uma universidade pública, universal, gratuita e de boa qualidade.

      Desta forma a única forma de avançar, tanto na luta contra a PRECARIZAÇÃO DA UNIFESP quanto na transparência das VERBAS PÚBLICAS dirigidas à instituição, DEFENDEMOS QUE OS ÓRGÃOS MÁXIMOS DA UNIFESP SEJAM EFETIVAMENTE DEMOCRÁTICOS, sendo necessária a imediata reestruturação política dos diversos órgãos representativos da instituição, com eleições diretas para REITORIA, DIRETORIA E PROPORCIONALIDADE/PARIDADE nos referidos órgãos representativos da UNIFESP.

      Ao democratizar a universidade proporcionalmente ou paritariamente, possibilitamos que todos os agentes sejam SUJEITOS de uma transformação necessária que modernize a academia.

      Quanto ao relato dos professores que assinaram carta à Folha de São Paulo, sugiro a leitura do texto publicado neste blog, de autoria do PRO-REITOR LEDUINO que, também no caso dos TAPUMES se manifestou contrário à ação policialesca do DIRETOR ACADÊMICO E PARTE DA CONGREGAÇÃO DO CAMPUS GUARULHOS.
      Esta posição academicista que envolve posições conservadoras de parte dos DOCENTES da UNIFESP CAMPUS GUARULHOS vai além dos três eixos centrais da pauta de reivindicações 2012, vem sendo debatida nas assembléias ocorridas neste período de greve e está sendo motivo de forte resistência destes docentes quanto à democratização dos órgãos representativos da universidade.

      A constante ação repressiva CONTRA O MOVIMENTO ESTUDANTIL por parte de alguns docentes via CONGREGAÇÃO E DIRETORIA ACADÊMICA, extrapola os muros internos e se expressa nesta CARTA À FOLHA DE SÃO PAULO mais uma vez se posicionando contra todos que se recusam fazer o papel de OBJETOS nesta relação com a academia.

      Teremos a oportunidade de debater este assunto que é tabu, inclusive utilizando a obra recém publicada “FETICHISMO DO CONCEITO” (FSP – 15/06/2012) de autoria do sociólogo Luiz Gusmão.

      Juraci Baena Garcia
      Graduando em Filosofia
      Integrante do ‘COLETIVO FILOSOFIA DA PRÁXIS”

      • Suzana Singer disse:

        Prezado senhor Juraci Baena,
        Só quero deixar claro que não pude ler seus escritos: o senhor disse que estava “resumido”, mas vi que era mentira.
        Além de ser um texto maçante pra cacete!

      • Aliança do Mal disse:

        Ao lado de Lula, Maluf oficializa apoio a Haddad e elogia Marta.
        Adversário histórico do PT, o ex-prefeito de São Paulo disse que não existe mais esquerda e direita e que Marta foi boa prefeita para a cidade; embora presente no evento, Lula não falou.
        Seu partido tá se unindo ao Maluf, Juraci? Vai tirar uma foto com ele, pedir autógrafo?
        Se bem que são todos farinha do mesmo saco.

  4. Marcos disse:

    Pergunta: Qual a diferença entre o matemático e o filósofo?

    Resposta: O matemático precisa apenas de caneta, papel e uma lixeira para trabalhar…

    … o filósofo não precisa da lixeira.

  5. jbgarcia disse:

    Essa m*rda de greve vai acabar quando????? Vamos perder o ano todo mesmo? Agora que o meu grupo de desocupados quebrou o restante do prédio…

  6. Sisu - MEC disse:

    2° PROCESSO SELETIVO DE 2012
    Comunicado aos estudantes que almejam ingressar na EFLCH da Unifesp-Guarulhos:

    Infelizmente, estudantes, para o campus citado anteriormente, não há mais vagas nesta segunda fase de inscrições. Não fiquem tristes, segue a explicação:
    No nosso sistema consta que NINGUÉM se forma lá faz tempo – uns porque não querem mesmo; outros(muitos deles), porque são impedidos pelos primeiros (uns canalhas, sabe?).

    Não há previsão de quando a situação das vagas será normalizada. O campus foi detonado por uma minoria de pseudo-universitários. Eles são membros de partidinhos políticos da esquerdinha falida.

    Se um dia a tranquilidade reinar e o verdadeiro espírito universitário voltar a circular por aqueles espaços, saiba que alguns vermes ainda estarão por lá. Tome cuidado.

    Cordialmente,

    Equipe do Sisu para a Reforma na Educação – sem vândalos, agressores e cumando de M.E.R.D.A.

    • Faltou disse:

      [uns porque não querem mesmo; outros(muitos deles), porque são impedidos pelos primeiros (uns canalhas, sabe?)].E outros por falta de professor, já que o cara fez concurso para professor, mas detesta sala de aula e prefere sempre cargo administratvo, onde pretende passar o resto da vida, por mais que mude a turma de cima, estará sempre na turma de cima

    • Júlia Rosa disse:

      Bem lembrado! esquerdinha falida e morta politicamente, acrescento!

  7. Fala sério??!!!!! disse:

    [Os dirigentes da universidade, em todos os níveis, devem sempre tentar o diálogo, a negociação] Concordo, mas os seus superiores têm que fazer o que fizeram: Negociar e agendar com PF e PM para intervir ante qualquer necessidade. Para discordar disto, tinha que antes pedir demissão de forma irrevogável, mas não o irrevogágel a la Mercadante

  8. Lou disse:

    Só tenho um recado para o pessoal do CUmando: Logo menos o nosso campus retomará a normalidade e nós já marcamos a cara de vocês!! #prontofalei

Deixe uma resposta para Faltou Cancelar resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s