MANIFESTO DO MST ÀS FEDERAIS EM GREVE

MANIFESTO DE SOLIDARIEDADE À LUTA DOS TRABALHADORES E DAS
TRABALHADORAS DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS FEDERAIS

Nós do MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, expressamos
para toda a sociedade nosso apoio e solidariedade aos trabalhadores e
trabalhadoras da educação em luta.

Desde o seu nascimento, o MST tem lutado pela educação. Temos a
convicção de que a luta por escola, se faz, fazendo escola.

Como fruto da mobilização e luta permanente, conquistamos mais de 1500
escolas do campo.

Somos contra a política do Estado brasileiro de fechamento das escolas
do campo. Para nós: Fechar Escola é Crime!

Defendemos a expansão e a interiorização da educação. No entanto, isso
não pode representar a precarização educacional.

Manifestamos nossa solidariedade de classe aos trabalhadores e às
trabalhadoras das universidades federais em greve.

Nos somamos na defesa de sua justa pauta de reivindicação:
– Contra o produtivismo: Educação não é mercadoria;
– Pelo aumento de salários;
– Pela garantia do plano de carreira;
– Pela qualidade da educação;
– Pela destinação de 10% do PIB para a educação;
– Contra a apropriação do público pelo privado através da privatização
indireta em curso.

A universidade pública não pode estar à serviço do capital e do
mercado. A universidade deve ser um espaço de pesquisa, produção e
divulgação do conhecimento.

Nos colocamos nas ruas e nas lutas ao lado dos trabalhadores e das
trabalhadoras da educação. Empunhando as bandeiras da Reforma Agrária
e da Educação Pública de qualidade e gratuita, seguimos na construção
de um país soberano.

“A educação não é a única alavanca para transformação da sociedade,
mas sem a educação, a transformação não ocorre.” Paulo Freire

Direção Nacional do MST
Junho – 2012

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10 respostas para MANIFESTO DO MST ÀS FEDERAIS EM GREVE

  1. Saúlo disse:

    husahuasHUHUahuHUSAhuAUH até sem terra e analfabeto tão mandando apoio aos grevistas.Que piada. eles não tem mais o que inventar.
    pelos menos se eu ver um monte de sem terra ocupando o campus não vou estranhar: ou são os grevistas ou o pessoal do MST.

  2. spirituarise disse:

    Oi, Ser contra bandidos e miseráveis sem perspectiva de vida nenhuma e que faz uso da violência para satisfazer sua devassidão moral: é ser fascista? Creio que já passou da hora do cidadão de bem colocar o MST na Ilegalidade.
    Aproveitando a deixa, Manifesto meu total apoio à campanha que dita o fim dessa organização criminosa, demonstre seu apoio no link no final da mensagem.

    Uma onda de júbilo correu na opinião pública brasileira quando se tomou conhecimento de que o Conselho de Promotores do Rio Grande do Sul pedira a dissolução do MST e que estaria disposto a agir e para quebrar a espinha dorsal daquela organização.

    Há mais de 20 anos, desde que foi criada em 1985, essa organização criminosa nunca sofrera um revés desse porte, como ela mesma confessou.

    Seus integrantes fizeram mais de 7.500 invasões, depredaram patrimônio público e privado, seqüestraram, mantiveram cárcere privado e sempre se esconderam atrás de sua ilegal existência ou do apadrinhamento de autoridades governamentais, que lhe dispensavam gordas verbas e os recebiam com honras em seus gabinetes em Brasília.

    Vossas Excelências, agindo dentro da lei e da ordem, numa ação magistral, enquadraram todos os “afiliados” sob a bandeira do MST, que agora podem ser processados criminalmente.

    E Vossas Excelências fizeram mais. Colocaram na alça de mira as escolas de subversão daquele movimento criminoso. E nesse ponto estão salvando grande parcela de crianças e adolescentes que estariam fadados a serem escravos de um pensamento único comunista e desprovidos do saber dos outros compatriotas seus.

    Estamos, como a maioria da opinião pública nacional, com Vossas Excelências. Não esmoreçam, apesar de todo o barulho e das perseguições que lhes moverão com certeza.

    Que Deus lhes ajude a continuar essa corajosa e benemérita ação.

    http://www.fundadores.org.br/paznocampo/acao/100708/dCamp.asp?camp=4&oc=2

  3. spirituarise disse:

    Sobre o MST:

    Do ponto de vista juridico-legal, é um grupo delituoso terrorista, que viola propriedades privadas agro-industriais e utiliza violência e intimidações de forma aparelhada contra civis e forcas de segurança do Estado.

    Do ponto de vista logistico/estratégico, são um grupo terrorista, que cultivam claramente semelhanças e relações com outros grupos criminosos nacionais e estrangeiros, que controla um grande fortuito humano e grande campo territorial e que é patrocinado por ONGs, partidos políticos e ate mesmo órgãos do próprio governo.

    Do ponto de vista ideológico, são um grupo terrorista revolucionário que tem por utilitário autodeclarado abolir a propriedade privada rural e urbana e engranzar a ditadura do proletariado como aparelho político-econômico.

    Do ponto de vista social, são um grupo terrorista e violento que, como vários outros em operação autodeclarado no mundo integral, alista miseráveis carentes de expectativa e perspectiva de vida, tornando-os militantes ou escudos humanos, a fim de usá-los como massa de mareação em seus conflitos de desordem ideológicos armados.

    Do ponto de vista etico/moral, são um grupo de terroristas – e isso já diz tudo.

  4. spirituarise disse:

    Quanto ao comentário do Saúlo, obvio que foi uma piada (Muito boa por sinal), mas engana-se que acha que nessa organização criminosa só tem analfabetos e miseráveis, aliás, miseráveis e analfabetos sozinhos não fazem nada, a exemplo os grevistas da Unifesp, sem os partidos políticos que controlam as assembléias esse grupo de criminosos transvestidos de estudantes cidadãos do mundo, não teria feito absolutamente nada.

    O MST tem sim, analfabetos e miseráveis, só um porém, estes miseráveis são somente buchas de canhão para a revolução desse grupo terrorista.
    Ainda que no meio deles viva muita gente honesta e talvez até decente que, em ensejo de seus próprios problemas, da evidente inabilidade dos sucessivos governos de esquerda e extrema esquerda em incluí-los socialmente e da cont. impunidade de que o citado grupo criminoso tem usufruído ao longo das décadas (consegue ate verbas públicas para financiar seus quadros), revogam por se deixar engodar e explorar por quem não vale definitivamente nada. NADA.

  5. Juraci Baena Garcia – Filosofia disse:
    25 de junho de 2012

    Aos que se posicionam, sem tapar o sol com uma peneira!

    Brilhante! Altamente incentivador ler textos bem elaborados e que espelham a realidade e não um falso universos de pessoas, na sua maioria covardes anônimos (estudantes? docentes? buocratas?).

    Quanto ao processo desencadeado desde 2007, entendendo que 2012 é apenas uma consequencia e, não existem heróis ou heroínas, ou porque está entre os estudantes “que tentam criminalizar a qualquer custo”, como em 2008 (48) e 2012 (46 + 26). Qualquer estudante que sofreu de perto a repressão da Unifesp e PM e pensa ser herói ou heroina (caso exista) de algo, não passa de um alienado a exemplo dos alphacetes da vida.

    Tratar a precarização da Unifesp é redundância, todos estão cansado de saber ou vivenciar, agora tem um assunto que o ANDES ou ADUNIFESP se calam: a minoria de DOCENTES ESCOLÁSTICOS, DENOMINADOS DE FALCÕES ENTRE OS PRÓPRIOS DOCENTES DA UNIFESP GUARULHOS, verdadeiros algozes e “blindadores” das estrepulias do Diretor Marcos Cézar, este sim, deveria responder por cada centavo que empregou na Unifesp, inclusive nos tais “TAPUMES”, como também no tal “BANDEIJÃO”, verdadeiro palco de horrores, basta assistir os vídeos ou se atentar às fotos daquele local.

    Os DOCENTES que se revelaram PUBLICAMENTE em carta à Folha de São Paulo (mais uma “trapalhada”) também se igualam a este “silêncio irresposável” quanto aos desmandos da direção deste Campus. Isto sim deverá ser objeto de investigações e, não as insistentes acusações desta burocracia contra os estudantes que se colocam na frente das lutas, desde 2007.

    Este pessoal é tão raivoso que, de uma luta política em prol de todos, levaram todas as suas contradições com a proposta de transformação para o campo pessoal e, em vez de lutarem contra este estado de coisas, simplesmente revelaram seu lado ‘FUNDAMENTALISTA, IDEALISTA, PRÁTICO-UTILITÁRIO” contra os ESTUDANTES que se recusam terminantemente a serem SIMPLES OBJETOS em sala de aulas, sonho de cada um deles.

    A luta continua e, cada ESTUDANTE – seja de 2007, 2008, 2009, 2010 ou 2012 que estiveram à frente das lutas, REGISTRADOS OU NÃO DA POLÍCIA FEDERAL, devem fazer uma profunda reflexão e se juntar na luta pela transformação no “gueto campus guarulhos” em uma UNIVERSIDADE PÚBLICA, GRATUÍTA, UNIVERSAL E DE BOA QUALIDADE. O resto é papo furado de pessoas mal intencionadas e oportunistas.

    Juraci Baena Garcia
    Graduando em Filosofia
    Integrante do COLETIVO FILOSOFIA DA PRÁXIS

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