Nota sobre a primeira reunião de negociação

Primeira negociação com a Reitoria

Exigimos:

Atendimento da pauta de reivindicação!

Nenhuma punição aos estudantes! Fim das sindicâncias!

Fim de todos os processos políticos contra os estudantes!

Na tarde de hoje, 27 de junho, acontecerá a primeira reunião de negociação com a Reitoria da universidade. A negociação ocorre aos 98 dias de greve em um contexto de não atendimento da pauta de reivindicação, muita repressão e criminalização do movimento estudantil.

O espaço da reunião foi indicado pela reitor Walter Manna Albertoni, que mais uma vez se negou ir a Guarulhos. Neste caso temos uma situação pior: o Campus da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas está fechado. 

A invasão do Campus pela Polícia Militar foi solicitada pelo Diretor da EFLCH, Marcos Cezar de Freitas, com total conivência do reitor. Algumas horas depois da ação truculenta da PM, a gravação mostrando o acordo da UNIFESP com a PM foi divulgada.

A comunidade universitária da UNIFESP tem expressado seu repúdio a ação da força policial e apoio ao movimento estudantil de Guarulhos.

Recebemos também moções de apoio de todo o País. A luta em defesa do ensino público continua!

Local da negociação:

Clube Adamus (Clube Escola Unifesp)
Rua Estado de Israel, 638
Vila Clementino, SP
14h00
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22 respostas para Nota sobre a primeira reunião de negociação

  1. Júlia Rosa disse:

    MAS E O PRÉDIO NOVO?????????????????????

    • Jornalista do Jornal Verdade disse:

      E muitos não acreditaram em mim. Pena, pena, pena. A indecência venceu mais uma vez. Mas não pensem que é só isso. O buraco das maracutaias “estudantis” é mais embaixo.

  2. Júlia Rosa disse:

    Queridos, extinção de processo faz-se com um bom advogado, não precisa de greve para isso!

  3. Alpha disse:

    Quanta mentira nesse lixo de publicação. Quem viu a audiência do dia 08/05 sabe muito bem que o reitor nunca se negou a ir ao campus sem contar que posteriormente saiu uma nota no site da unifesp reiterando tal proposição, mesmo assim essa matilha subuniversitária ainda insiste em insultar a inteligência dos estudantes. A estupidez é tamanha que estão exigindo do reitor algo que sequer é de sua alçada, sem contar que esses depredadores propagam a ladainha de que estão sofrendo processo político… pura lorota, típica de prostituição partidária de ultraesquerda que nada quer além do caos. Os menos interessados em qualquer tipo de diálogo são justamente esse bando de intratáveis que chegou a tomar a unifesp e fez dela um reino da fantasia cuja reparação da merda que fizeram onerará, mais uma vez, o contribuinte.

    • Neusa Costa disse:

      Alpha, claramente percebo que você trabalha no Campus e se faz passar por estudante.

      • Doctor Dave disse:

        Eu já acho que o Alpha é uma entidade com Inteligência Artificial, um dos protótipos descartados que deram origem ao Wolfram Alpha. Quer ver:

        Alpha, quanto é 0 . 0?

      • Júlia Rosa disse:

        Camarada Neusa Costa,

        Responda-me com sinceridade: porque a pauta não inicia com as posições e novidades da reitoria sobre o novo prédio??? é uma sugestão!
        A senhora também tem interesse que os processos e sindicâncias sejam retirados? ou está lutando nesse quesito por mera abnegação?

        Quando há uma denúncia ou queixa-crime investigada pelo ministério público, ninguém mais tem poder de o impedir. Aliás, ninguém pode!
        Caso seja uma das indiciadas/processadas, como amiga aconselho-te! confie mais em um bom advogado do que no CU-mando, porque pela CF brasileira tal solicitação, (retirada ou extinção de processos) somente pode ser retirada, caso seja chamada uma nova constituinte à nação, e ela seja alterada. Chamar uma Constituinte é difícil, mas seria legal se vcs tentassem, afinal nossa Carta Mãe precisa de urgentes alterações. E isso pro CU-mando não é nada, vai! Então! encara o julgamento sem medo de ser feliz!

        Agora, no caso das sindicâncias, se eu fosse vcs tentava somente um acordão! Sindicância nunca dá em nada! kkkkk nem CPI de desvio de bilhões dá amiga! imagina sindicância de um bando de coitados esfarrapados…..não sei porque tem tanto medo?

        Mas tudo isso vc já sabia!

        Enfim, só queria dizer (honestamente) que se vcs são inocentes não têm o que temer, serão inocentados! O crime de vcs é lutar por melhores condições de estudos? Isso não é crime!

        Saudações!

      • L disse:

        Ah é? Se ele fosse funcionário ele estaria ganhando o que com os comentários? SE TOCA!
        Se tem pessoas que não podem ser chamadas de estudantes são vocês! Pq de estudar vcs não querem saber, né…

        • Júlia Rosa disse:

          Se eu tivesse o privilégio de ser funcionária da Unifesp, além de ser “federal” e poder enquadrar qualquer um na fila do mercado para passar na frente, ia amar de coração cada grevista por ser impedido de trabalhar um semestre!!

  4. Alphanet 2 disse:

    Gente descobri como acabar com a greve????

    A gente começa a gritar Queremos Greve!!!!! UNIFESP sem aula pra todos!!!!! GREVE!!!! GREVE!!!!
    Daí o pessoal do Comando, vai virar COMANDO CONTRA A GREVE, e vão querer nos obrigar a ter aula de qualquer jeito, e indo buscar cada aluno em suas casas, batendo em qualquer um contrário a aulas, seja aluno ou professor.
    Pois o importante é o que o Movimento quer,e não o que os estudantes da UNIFESP querem.

  5. Ana Morales disse:

    Tanto o reitor não queria vir antes que, dessa vez, ao chamar a negociação, recusou que ela ocorresse no campus Guarulhos – que, convenhamos, seria o lugar mais apropriado (na minha opinião o único) para tal.
    O que o reitor divulga nos meios de comunicação não é o que efetivamente demonstrou ao movimento (é bom assistir o Jornal da Cultura de 22/6!). Num primeiro momento, ele “só negociaria se saíssemos de greve”; no segundo, “se saíssemos de ocupação”. E a gente sabe muito bem (é só pegar o histórico desde 2007) que se fizessemos isso, não haveria negociação alguma…
    Na boa… se houvesse alguma vontade por parte da reitoria em resolver a questão, o processo de licitação do prédio não estaria parado há mais de 3 meses na Secretaria de Planejamento por “falta de interesse” da universidade. O que acontece no campus (não só em Guarulhos) é resultado da negligência de uma reitoria que se compromete apenas com sua “menina dos olhos”, o curso de medicina. Em última análise, está implícito – para alguns, explícito mesmo – que a luta de classes está em todo lugar…
    E, por fim, quando pautamos o fim dos processos não significa, de forma alguma, que esquecemos o restante da pauta. Significa apenas que é imprescindível, antes de qualquer coisa, garantir que as manifestações políticas não sejam reprimidas. Pra quem acha que isso é irrelevante, siga um pouquinho No Caminho com Maiakóvski (Eduardo Alves da Costa):
    “[…]
    Na primeira noite eles se aproximam
    e roubam uma flor
    do nosso jardim.
    E não dizemos nada.
    Na segunda noite, já não se escondem;
    pisam as flores,
    matam nosso cão,
    e não dizemos nada.
    Até que um dia,
    o mais frágil deles
    entra sozinho em nossa casa,
    rouba-nos a luz, e,
    conhecendo nosso medo,
    arranca-nos a voz da garganta.
    E já não podemos dizer nada.
    […]”

    • True disse:

      Não sabia que manifestação política era quebrar patrimonio público e acuar professor e funcionários. Parem de lutar contra o mais “fraco” e vão bater de frente com os gigantes. Porque, até agora, vocês só provaram a exacerbação da covardia e do pilantra estudantil.

      • Ana Morales disse:

        Isso não ocorreu… isso não é True, é False… quem viu o vídeo sabe que até a chegada da polícia tudo estava intacto… há duas entradas (que também são saídas) na diretoria acadêmica. Estávamos concentrados, em ato pacífico, na entrada principal. Se alguém estava se sentindo ameaçado, bastaria sair pela saída que, aliás, estava mais perto da rua… professores entraram e saíram várias vezes durante o ato (pela entrada principal), fazendo, inclusive, provocações baratas ao movimento. Ou seja: história “False”. Se isso fosse verdade, na boa, acha que o reitor chamaria o movimento pra negociar? Acha que os estudantes teriam sido liberados?? Os crimes, se fossem verdadeiros, seriam graves. Acontece que eles não ocorreram. E estava tudo articulado. A própria gravação telefônica (que deixa claro o acordo Unifesp e PM) diz isso…

        • Alpha disse:

          Ana, infelizmente você cria nexo causal que simplesmente não se justifica. Vou tentar explicar isso do final da sua exposição para o início. A princípio: os estudantes foram liberados porque o crime de formação de quadrilha foi desconsiderado pela justiça, mas de modo algum isso anula os outros delitos cometidos, inclusive o processo está correndo, portanto, isso em nada se relaciona com a depredação propriamente dita.

          Outro ponto, em momento algum foi apresentado qualquer tipo de evidência que comprovasse que os lá presentes NÃO depredaram o lugar, portanto, até que se prove o contrário, irei pensar sim que foram os alunos que depredaram aquilo, logo, a presença da polícia não pode ter sido arquitetada com a reitoria porque para isso seria necessário saber a que horas vocês iriam se movimentar. E pelo que vi, o telefonema para a PM se deu após o início das depredações, a não ser que alguém apresente alguma evidência do contrário. E quanto a quem viu o vídeo.. bom, isso também carece de evidência, pois até agora temos apenas um do exato momento do ocorrido e uns dois que foram feitos após o término dele. Mas vamos supor que houvesse tal teoria de que isso fora arquitetado pela Unifesp para pegar os estudantes que lá estavam… ora, não creio isso seja algo tão fácil de se esconder, decerto que em algum lugar e, principalmente, amparado por alguma evidência, a versão oficial que fora divulgada simplesmente seria desmentida… já estamos há duas semanas do ocorrido e até agora nada foi apresentado.

          Para finalizar, é totalmente descabido relacionar a audiência com o reitor à sua suposição de que o ocorrido no dia 14 foi algo armado, e lhe digo o motivo: o CG sabotara as tentativas de audiência com o reitor, porém, dá muito a entender que, por questão de conveniência, fora deliberado no núcleo-duro do CG que “era momento de conversar”, por isso os emails muito bem direcionados a alguns do CG e não a toda comunidade discente. E cá para nós… essa greve só está aí porque os envolvidos estão querendo um motivo muito bom, e por muito bom leia-se “um jeito de não ser punido”, para usar como moeda de troca… e os trouxas que acreditam isso é pelo bem discente aplaudem de pé.

    • ? disse:

      PQP!!!! O QUE VALE MAIS? UMA PORCARIA DE LUGAR, UM SIMPLES PONTO NO ESPAÇO – OU A BENDITA NEGOCIAÇÃO? SOBERBA “ESTUDANTIL” DO CA#@LHO!!!

      • Ana Morales disse:

        Vale educação de qualidade – e vale a garantia de que a luta por ela não seja reprimida.

        • Albertonete disse:

          Só uma questão de esclarecimento: os réus, no caso os alunos presos, tem presunção de inocência até que se prove o contrário. achismo, numa situação dessas, não vale nada.

          • Ah,Vá!!! disse:

            É, os “alunos” malditos têm presunção de inocência sim! Todos sabem que o prédio se auto-vandalizou. Ah, vá!!!

          • Júlia Rosa disse:

            Hum! E mesmo??? Se tem tanta certeza de inocência, porque querem a retirada dos processos, hein? Dissimulada!

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