Assembleia Geral dos Estudantes da EFLCH

DATA: 05 de Julho, quinta-feira.

HORÁRIO: Às 18h00.

Local: Em frente à universidade, já que o campus está fechado.

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4 respostas para Assembleia Geral dos Estudantes da EFLCH

  1. Lei nº 12.677, de 25 de junho de 2012: PRESIDENTA DILMA ACERTA: SEM ESTRUTURA NÃO PODE EXISTIR UMA EXPANSÃO UNIVERSITÁRIA CONSEQUENTE, AGORA FALTA REAVALIAR O REUNI!

    É duro ver os contrários a qualquer tipo de manifestação, típico do PRÁTICO-UTILITÁRIO oportunista, LUTANDO CONTRA OS ESTUDANTES DA UNIFESP CAMPUS GUARULHOS!

    Como este pessoal atrasado e oportunista vai justificar sua resistência autoritária, mesmo após as MOBILIZAÇÕES NACIONAIS e que levaram a PRESIDENTA DA REPÚBLICA a assinar a LEI 12.677/12 DE 25 de junho de 2012, sendo um RECONHECIMENTO TÁCITO DE QUEM SEM ESTRUTURA É IMPOSSÍVEL UMA UNIVERSIDADE DE BOA QUALIDADE.

    Esta lei, editada durante a GREVE NACIONAL DOS ESTUDANTES, DOCENTES E TÉCNICOS das instituições de ensino federal, demonstra que a GREVE 2012 E AS OCUPAÇÕES DO CAMPUS GUARULHOS que antecederam TODAS AS ATUAIS GREVES E DEMAIS OCUPAÇÕES OCORRIDAS NO BRASIL, acumulada desde as primeiras lutas em 2007, estavam CORRETAS!

    Este movimento grevista e de ocupação (lembrando sempre: quase 100% dos estudantes VOTARAM PELA SEGUNDA OCUPAÇÃO), baseava-se em uma CARACTERIZAÇÃO CORRETA DE TODOS OS ESTUDANTES que votaram a favor das greves e das ocupações, inclusive nos anteriores, principalmente a partir de 22 DE MARÇO DE 2012: sem responder de forma radical à PRECARIZAÇÃO, esta situação tenderia a se “perpetuar”, COMPROMETENDO A FORMAÇÃO ACADEMICA de cada um dos ESTUDANTES da Unifesp Campus Guarulhos.

    Isto é o começo. Tem muito mais questões a serem apuradas, no entanto, temos de ressaltar as SUCESSIVAS E GRAVES TENTATIVAS DO DIRETOR ACADÊMICO E PARTE DA CONGREGAÇÃO DE “CRIMINALIZAR O MOVIMENTO ESTUDANTIL” via FACTÓIDES, criados ao sabor do oportunismo destas pessoas, verdadeiros burocratas, auxiliados por sua casta de lacaios.

    Se fizermos uma retrospectiva desde 2007, primeiro teremos de reconhecer que os 48 estudantes estavam CORRETOS NA AÇÃO POLÍTICA DE GREVE E OCUPAÇÃO DA REITORIA, como forma de responder à RADICALIZAÇÃO da DIREÇÃO DA UNIFESP e, em segundo, os demais 46 (segunda ocupação) e 26 estudantes, vitimas da ARDILOSA TRAMA DO DIRETOR ACADÊMICO E UM DOS FALCÕES DA CONGREGAÇÃO, por pouco não seriam efetivamente os BODES EXPIATÓRIOS desta trama oportunista e autoritária.

    A greve de 2010 foi um fiasco: nada de importante foi cumprido pela direção que atuou contra a greve o tempo todo.

    Em 2012 as CONTRADIÇÕES DE UMA EXPANSÃO DAS UNIVERSIDADES SEM A NECESSÁRIA ESTRUTURA acabou sendo a principal responsável pela GREVE 2012 do Campus Guarulhos e, com certeza, também contribuiu com as demais greves das federais no país inteiro.

    Até o REITOR, durante a primeira reunião de negociações da PAUTA 2012, disse em alto em alto e bom som que reconhecia a GREVE!!!

    Desta forma, a falaciosa frase proferida por prático-utilitários (DOCENTES E DISCENTES) que não quer ser calar: EXISTEM OUTRAS FORMAS DE REIVINDICAR, caiu definitivamente por terra. Pelo menos não teremos mais de ouvir este símbolo do atraso reacionário.

    Falta agora combater o OPORTUNISMO de ALGUNS DOCENTES E DISCENTES que tentam a qualquer custo ISOLAR o COMANDO DE GREVE, buscando todo e qualquer tipo de argumento, ameaçando ainda não voltar ao CAMPUS caso estes ESTUDANTES NÃO SEJAM PUNIDOS. Isto merece um amplo estudo e vai ter espaço no trabalho a ser realizado, retratando nosso Campus: AS VEIAS ABERTAS DA UNIFESP.

    A partir destes FATOS não resta alternativa senão o impeachiment do Diretor Acadêmico, pressionando ainda pela RENÚNCIA DOS MEMBROS DA CONGREGAÇÃO que pactuaram com esta burocracia atrasada e autoritária, mantendo esta política suicida por mais de 6 (seis) anos, quase levando a QUALIDADE DE ENSINO DA UNIFESP CAMPUS GUARULHOS a níveis inaceitáveis, privilegiando apenas ALGUNS ESTUDANTES, além dos seus próprios CURRÍCULOS LATTES – em detrimento dos demais 3.000 estudantes.

    Vamos para a assembléia geral, cientes de que TODOS, SEM EXCEÇÃO, FAZEMOS PARTE DA HISTÓRIA DOS MOVIMENTOS ESTUDANTIS, depois de 32 anos de total imobilidade – salvo algumas tentativas, a exemplo na própria Unifesp – mas insuficientes e que trouxe o maior atraso e favorecendo que uma ESTRUTURA ALTAMENTE IDEOLOGIZANTE, igual somente ao período da DITATURA MILITAR.

    Vamos tirar esta DITADURA imposta em nossas “almas” e avançar contra todo e qualquer tipo de autoritarismo burocrático e atrasado.

    Temos muito a fazer se pretendemos efetivamente TRANSFORMAR ESTE MODELO ARCAICO DE UNIVERSIDADE, TANTO ESTRUTURAL QUANTO NA CABEÇA DOS SUJEITOS que fazem parte deste processo, salvo contrário, caminhamos “como boiada” no rumo da desumanização da humanidade. Temo de fazer o contrário: HUMANIZAR A HUMANIDADE!

    VEJAM O DECRETO E FAÇAM SEU JUIZO DE VALOR – em tempo: não será apenas uma LEI que vai transformar, depende dos SUJEITOS e não de OBJETOS:

    Lei 12677/12 | Lei nº 12.677, de 25 de junho de 2012

    Dispõe sobre a criação de cargos efetivos, cargos de direção e funções gratificadas no âmbito do Ministério da Educação, destinados às instituições federais de ensino; altera as Leis nos 8.168, de 16 de janeiro de 1991, 11.892, de 29 de dezembro de 2008, e 11.526, de 4 de outubro de 2007; revoga as Leis nos 5.490, de 3 de setembro de 1968, e 5.758, de 3 de dezembro de 1971, e os Decretos-Leis nos 245, de 28 de fevereiro de 1967, 419, de 10 de janeiro de 1969, e 530, de 15 de abril de 1969; e dá outras providências.

    A PRESIDENTA DA REPÚBLICA

    Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

    Art. 2o – A implantação de novas unidades de ensino e o provimento dos respectivos cargos e funções gratificadas dependerá da existência de instalações adequadas e de recursos financeiros necessários ao seu funcionamento.

    ASSEMBLÉIA GERAL DOS ESTUDANTES DA UNIFESP CAMPUS GUARULHOS: 05 de julho de 2012.

    Participe. Não fique fora desta história, construída por cada um dos estudantes da Unifesp Campus-Guarulhos Pimentas.

    Venha fortalecer o MOVIMENTO ESTUDANTIL!

    Seu apoio neste momento, a exemplo das 5 (cinco) assembléias consecutivas, será de fundamental, inclusive para GARANTIR AS PAUTAS JÁ ANUNCIADAS DURANTE A PRIMEIRA E SEGUNDA RODADA DE NEGOCIAÇÕES COM A REITORIA.

    COLETIVO FILOSOFIA DA PRÁXIS

    Guarulhos, 03 de julho de 2012.

    • Júlia Rosa disse:

      Viver com medo é a própria miséria Papai Smurf, arque com seus atos de cabeça erguida! Isso é caráter e coragem! Na sua idade, principalmente, não deve faltar!

    • Vão fazer assembleia em suas sedes de partidos políticos , na Unifesp NÃO. disse:

      Já posso imaginar a zona que vcs farão em frente a Unifesp. Acompanhando toda a escalada das truculências e burradas que o CG promoveu, dá para ter uma prévia do que ocorrerá: mentiras, manipulações, coerção, violência, vandalismo, gritaria, discursos manjados, cannabis sativa, impedimento de via pública enfim, uma palhaçada só.

      Estudantes do campus Guarulhos, NÃO compareçam!

  2. PARIDADE JÁ!!! disse:

    MEC VAI CRIAR PROGRAMA DE CONSOLIDAÇÃO DA EXPANSÃO DAS UNIVERSIDADES

    27/06/2012

    O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, informou nesta terça-feira, 26, durante audiência com representantes de movimentos estudantis, que criará um programa de consolidação da expansão das instituições federais de ensino superior. Dentro do programa, a prioridade será, segundo o ministro, a assistência estudantil – maior apoio para alimentação e moradia dos alunos, por exemplo.

    “Estamos fazendo um grande esforço de inclusão social”, afirmou Mercadante. Ele lembrou que a verba destinada ao Programa Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes) saltou de R$ 125 milhões em 2008 para R$ 500 milhões em 2011. Além disso, as bolsas saíram de 198 para 1.078 no mesmo período. “Nossa política será a de continuar ampliando o acesso à educação superior com programas, bolsas e cotas”, frisou.

    Na reunião com o ministro, os estudantes levaram uma pauta de reinvindicações, que Mercadante se comprometeu a encaminhar para os reitores das universidades federais e cobrar resposta. “Vamos criar uma comissão para acompanhar e monitorar a resolução das situações indicadas no documento, mas sem ferir a autonomia das universidades; o MEC pode apoiar, acompanhar, fiscalizar e avaliar”, enfatizou.

    Expansão – Para o ministro, é visão simplista achar que o Programa de Expansão e Reestruturação das Universidades Federais (Reuni) compromete a qualidade da educação superior. Em sua visão, a interiorização das universidades permite reduzir as desigualdades de acesso a essa etapa de ensino. Até 2003, havia 45 universidades federais e 148 campi. Com a expansão, até 2014 serão 63 universidades federais e 321 campi em todo o país.

    “Mas o esforço não pode ser concentrado só na educação superior”, observou o ministro. “É importante lembrar que, na outra ponta, temos a educação básica.” Ele lembrou ainda que, para equalizar as oportunidades e desenvolver as habilidades cognitivas adequadas nas crianças e adolescentes, são realizadas ações como as de alfabetização na idade certa e programas como o Mais Educação [de educação integral] e o Pronatec [Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego].

    Assessoria de Comunicação Social do MEC

    http://www.sint-ifesgo.org.br/noticias/1544/

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