Reunião aberta [plenária]

Devido a dinâmica do movimento, do andamento das negociações da pauta de reivindicações com a reitoria, do fortalecimento e ampliação da campanha de luta contra a repressão e a perseguição política, algumas questões precisam ser encaminhadas, através da discussão política entre os estudantes.

Assim, chamamos os estudantes para uma reunião nesta quarta-feira com a seguinte proposta de pauta:

1) informes
2) contraproposta de negociação
3) campanha contra as punições
4) mobilização e calendário (Julho)
5) trabalho das comissões

QUANDO: Quarta-feira, 11/07.

HORÁRIO: 18h00

LOCAL: Centro Acadêmico

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13 respostas para Reunião aberta [plenária]

  1. Tô afim não disse:

    Não vô, não. Vocês não me representam.

    • Resumo da reunião disse:

      Posso fazer um resumo da reunião: Blá, blá,blá, blá, blá e mais um pouco de blá, blá …

    • PSTU - JUVENTUDE! disse:

      juventude@pstu.org.br

      Greve no serviço público federal continua e enfrenta intransigência do governo

      Comando Nacional de Greve dos estudantes realiza dia nacional de luta nesse dia 3 de julho

      DA REDAÇÃO

      Greve nas universidades federais começou dia 17 de maio

      • Se o governo apostou no cansaço para ver o fim da greve no funcionalismo público federal, se deu mal. A greve, iniciada nas universidades federais e expandida para outros setores, segue forte e responde com mobilização à intransigência e falta de negociação por parte do governo.

      Os docentes das instituições federais cruzaram os braços no dia 17 de maio e até agora o governo não se dispôs a sentar com os grevistas para negociar. A greve, que já havia começado forte, com 33 instituições paradas, atinge agora 56 das 59 das instituições federais de ensino, sendo uma das maiores greves dos últimos anos. Os docentes reivindicam o cumprimento do acordo firmado com o governo em 2011 e que estabelece o plano de carreira da categoria.

      Segundo comunicado divulgado pelo Comando Nacional de Greve dos docentes, “além da expansão precária, da desestruturação da carreira e do congelamento salarial imposto pelo governo Dilma, ao velho estilo dos dois mandatos de FHC e do primeiro mandato de Lula, a retirada de direitos dos servidores públicos com a regulamentação da privatização da previdência (criação do FUNPRESP) a serviço do capital financeiro, e a privatização dos hospitais universitários, materializada na criação da EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), agravam o quadro que nos levou a deflagrar a greve” .

      Greve se espalha
      No dia 11 de junho, os servidores técnicos administrativos das universidades e das escolas federais, básicas e técnicas, bases respectivamente, da Fasubra e Sinasefe, engrossaram o movimento de greve. Também cruzaram os braços os servidores dos ministérios, base da Condsef. Até o final de junho, os servidores dos órgãos federais estavam parados em 19 estados. Levantamento realizado pelo Sintrasef-RJ dava conta que pelo menos 450 mil servidores federais estavam parados em todo o país.

      O governo, porém, vem tratando as greves com intransigência e se nega a negociar. No dia 19 de junho, o Ministério da Educação havia agendado uma primeira reunião com os docentes parados, porém, sem maiores explicações, cancelou o encontro a uma semana de sua realização. Apesar de ter se comprometido a remarcar a reunião na semana seguinte, até agora nada foi feito. Tal situação segue nos demais setores.

      A mobilização, porém, prossegue. Em plena Rio+20, na capital carioca, os servidores federais em greve realizaram uma grande manifestação durante a marcha da Cúpula dos Povos. No último dia 28 houve uma manifestação envolvendo os docentes e funcionários das universidades em greve, e também os demais setores parados, em frente à sede do Banco Central, em Brasília. Para o próximo dia 18 os servidores preparam uma nova marcha unificada que deve agitar Brasília.

      Dia de luta, 3-J
      Os estudantes das universidades federais também declararam greve e estão na linha de frente do movimento em defesa da universidade pública. Instituíram um Comando Nacional de Greve pela base a fim de discutir suas próprias pautas com o governo e vem se articulando, à revelia da UNE. O comando exige ser reconhecido pelo governo como legítimo representante dos estudantes em greve.

      O comando de greve aprovou uma série de manifestações para esse dia 3 de julho, ou “3-J”. A pauta levantada pelos alunos inclui o rechaço ao Reuni, a exigência dos 10% do PIB para a educação pública já, não ao PNE do governo e por direitos estudantis, como reajuste de bolsa auxílio, restaurante universitário, moradia e creche em todos os campi.

      LEIA MAIS
      Juventude do PSTU: Não ao PNE! Queremos 10% do PIB para a educação pública já!

  2. Marx, Karl disse:

    A importância de Karl Marx
    Posted on 15 de março de 2012
    Karl Marx, o amado e temido pensador que orientou e fez tremer gerações de pessoas devido o seu ponto de vista revolucionário nos últimos séculos.

    Hoje em dia, ainda caluniado, o que mais se encontra é anti-marxistas que se referem a ele como russo, sendo ele, porém, alemão, e, principalmente, sem nunca terem lido a sua obra.

    Karl Heinrich Marx foi um pensador alemão que foi também economista, filósofo, sociólogo e ativista político – um dos pensadores mais influentes, se não o mais influente, dos últimos dois séculos.

    Ele se adentrou em áreas como Geografia, História, Direito, Sociologia, Literatura, Pedagogia, Ciência Política,Antropologia, Biologia, Psicologia, Economia, Teologia, Comunicação, Administração, Design, Arquitetura, entre outras, sendo ainda uma referência.

    Em uma pesquisa realizada pela Radio 4, da BBC, em 2005, Karl Marxfoi eleito o maior filósofo de todos os tempos.

    Marx foi o segundo de nove filhos, de uma família de origem judaica de classe média da cidade de Tréveris, na época no Reino da Prússia. Sua mãe, Henriette Pressburg (1771–1840), era judia holandesa e seu pai, Herschel Marx (1759–1834), um advogado e conselheiro de Justiça. Herschel descende de uma família de rabinos, mas se converteu ao cristianismo luterano em função das restrições impostas à presença de membros de etnia judaica no serviço público.

    Estudou filosofia em Iéna e deixou-se impregnar pela então em voga dialética de Georg Hegel, ferramenta conceitual de que Marx se serviria ao longo de toda sua vida.

    Obtém seu doutorado em 1841 por meio de uma tese sobre Epicuro e Demócrito. No ano seguinte, abandona seus estudos de filosofia e assume a direção da gazeta liberal, a Rheinische Zeitung de Colônia. Era o começo de seus problemas materiais.

    Teve logo que emigrar para Paris com sua mulher, Jenny von Westphalen, uma amiga de infância que lhe daria diversos filhos, dos quais apenas três sobreviveriam.

    Na capital francesa, conhece Bakunin e Proudhon, teóricos da revolução social, e torna-se amigo de Friedrich Engels, o filho de um rico industrial que lhe possibilitaria uma dedicação integral aos seus projetos intelectuais.

    Em Bruxelas, em 1845, os dois publicam A Ideologia Alemã, obra na qual apresentam a teoria do materialismo histórico, pensamento no qual a economia surge como a força propulsora das sociedades humanas.

    O progresso da humanidade e as mudanças de toda ordem encontram sua origem na luta dos homens entre si e contra a natureza na busca da apropriação de sua subsistência.

    Combinando a dialética de Hegel e o materialismo de Feuerbach, procuram demonstrar que a História avança por uma sucessão de revoluções e sob o efeito de forças opostas. O modo de produção e o sistema econômico constituem a infra-estrutura, fundamento sobre o qual repousa a super-estrutura – instituições políticas, cultura, arte, religião.

    Marx qualifica de idealistas os pensadores que pretendem que os homens sejam movidos por outras motivações. Em 1848, a dupla condensa seu pensamento num opúsculo destinado a servir de programa à Liga dos Comunistas, o Manifesto do Partido Comunista.

    Nesta obra, prevê o fim da História e o desaparecimento do Estado depois que o proletariado tiver abatido a burguesia e puser termo à luta de classes que rege a História desde as origens da humanidade.

    Em 1849, passa a residir em Londres. Redige os estatutos da Associação Internacional dos Trabalhadores, a 1ª Internacional Socialista. Três anos mais tarde, em 17 de julho de 1867, publica o primeiro tomo de O Capital, sua obra máxima. Os dois tomos seguintes são publicados por Engels após sua morte.

    Suas ideias conquistaram o pensamento político mundial da primeira metade do século XX. Inspiraram os revolucionários russos, chineses, vietnamitas, cubanos e de diversas outras nações, além de terem alimentado os intelectuais da esquerda em todos os quadrantes até o final do século XX e, em grande medida, até os dias de hoje

    No fim de sua vida, indo a situação da revolução russa, que estava prestes a seguir o rumo com Stálin, ele respondeu que era tudo, menos marxista.

    Encontrando-se deprimido por conta da morte de sua esposa, ocorrida em Dezembro de 1881, Marx desenvolveu, em consequência dos problemas de saúde que suportou ao longo de toda a vida, bronquite e pleurisia, que causaram o seu falecimento em 1883. Foi enterrado na condição de apátrida, no Cemitério de Highgate, em Londres.

    Muitos dos amigos mais próximos de Marx prestaram homenagem ao seu funeral, incluíndo Wilhelm Liebknecht e Friedrich Engels. O último declamou as seguintes palavras:

    “Marx era, antes de tudo, um revolucionário. Sua verdadeira missão na vida era contribuir, de um modo ou de outro, para a derrubada da sociedade capitalista e das instituições estatais por estas suscitadas, contribuir para a libertação do proletariado moderno, que ele foi o primeiro a tornar consciente de sua posição e de suas necessidades, consciente das condições de sua emancipação. A luta era seu elemento. E ele lutou com uma tenacidade e um sucesso com quem poucos puderam rivalizar. (…) Como consequência, Marx foi o homem mais odiado e mais caluniado de seu tempo. Governos, tanto absolutistas como republicanos, deportaram-no de seus territórios. Burgueses, quer conservadores ou ultrademocráticos, porfiavam entre si ao lançar difamações contra ele. Tudo isso ele punha de lado, como se fossem teias de aranha, não tomando conhecimento, só respondendo quando necessidade extrema o compelia a tal. E morreu amado, reverenciado e pranteado por milhões de colegas trabalhadores revolucionários – das minas da Sibéria até a Califórnia, de todas as partes da Europa e da América – e atrevo-me a dizer que, embora, muito embora, possa ter tido muitos adversários, não teve nenhum inimigo pessoal.”

    Hoje em dia, ainda caluniado, o que mais se encontra é anti-marxistas que se referem a ele como russo, sendo ele, porém, alemão, e, principalmente, sem nunca terem lido a sua obra.

    O preconceito ainda é um dos piores males da raça humana, tanto de direita quanto de esquerda.

    A sua luta foi pela classe proletária, ou seja, aquela grande massa de trabalhadores que nunca deixariam de serem escravos mal pagos justamente devido à opressão provocada pela minoria da elite, ainda mais na Europa do séc. 18 e 19. Estamos em pleno 2012, e a situação não se inverteu. Ele foi um teórico que analisou com bases filosóficas e sociológica, mas, que, não se resignou e tentou na prática mudá-la. E ainda o faz.

  3. PSTU - Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado disse:

    O Bóson de Higgs e o socialismo

    O que muda com o bóson de Higgs?
    Uma coisa muito importante: a percepção do homem sobre o universo e a matéria. Se o bóson de Higgs for encontrado, ficará definitivamente provado que a matéria pode sim surgir do nada.

    Isso abalaria profundamente os alicerces das distintas religiões, pois várias delas, depois que aceitaram muito a contragosto a ideia do Big Bang, seguem batendo na tecla de que a matéria do universo não poderia ter surgido “do nada”. O bóson de Higgs comprovaria justamente que a matéria não só surgiu do nada, como ainda hoje surge constantemente do nada e se transforma constantemente em nada. Aceitar essa ideia é difícil para qualquer pessoa normal exatamente porque se trata de um fenômeno quântico, ou seja, regido por outras leis que não as da física clássica. Parece ilógico, absurdo, irracional, mas de acordo com as leis da física quântica, é um fenômenos tão banal, quanto a queda de uma maçã ou a frenagem de um carro.

    “Partícula de Deus”?
    O bóson de Higgs é frequentemente chamado na imprensa de “partícula de Deus”. A conotação ideológica do apelido é evidente: tentar atribuir a Deus a existência da partícula, mantendo assim uma visão mística do universo.

    No entanto, há dois problemas com esse apelido: o primeiro é que ele não passa de um mal entendido. Em 1993, o prêmio Nobel de física Leon Lederman escreveu um livro sobre o bóson de Higgs, cujo título em inglês era “The goddamn particle” (literalmente, “a partícula maldita”), em referência às dificuldades que se enfrentavam para encontrá-la. Mas a editora de Lederman achou o título muito agressivo e mudou para “The God particle” (A partícula de Deus), para não afastar o público religioso. O infeliz apelido acabou pegando e a pobre partícula é chamada assim até hoje.

    O segundo problema é que o bóson de Higgs justamente afasta ainda mais a ideia de um deus-criador do universo. Da mesma maneira que Darwin demonstrou que o homem não necessitou ser criado, pois havia evoluído de especies anteriores, assim também o bóson de Higgs demonstrará simplesmente que a matéria do universo (ou seja, tudo!) não precisou de um deus para ser formada. Formou-se e organizou-se por si mesma.

    Sobre isso, é bom que se esclareça: nenhuma descoberta científica jamais provará a inexistência de deus, como desafiam os religiosos. Isso é assim por uma questão lógica. Só se pode provar que algo “existe”. Não se pode provar que algo “não existe”. Justamente por isso, o ônus da prova recai sempre sobre aquele que quer demonstrar a existência de algo. Mas cada descoberta científica prova, isso sim, que deus não é necessário. Com o tempo e com o avanço da ciência, assim esperamos, a hipótese de um ser-criador do céu e da terra ficará cada vez mais insustentável e as pessoas abandonarão essa ideia de maneira mais ou menos natural.

    As conclusões políticas
    A discussão sobre o bóson de Higgs nos remete também a outras, mais políticas. Em primeiro lugar, ficou definitivamente comprovada a importância decisiva do financiamento estatal às pesquisas científicas. O LHC custou cerca de 3 bilhões de euros. Quando começaram as discussões sobre sua construção, muitos políticos e meios de comunicação criticaram o projeto como sendo um “brinquedinho” para cientistas vaidosos brincarem de deus. Obviamente, nenhuma empresa privada queria investir tanto dinheiro em algo que não se tinha nenhuma certeza que iria dar certo. Se chegou a especular que os experimentos com as nuvens de prótons gerariam um buraco-negro que engoliria todo o planeta etc. Tamanho o obscurantismo de certos meios reacionários…

    Pois o LHC não só foi construído com dinheiro estatal em um consórcio entre diversos países, como funciona de maneira extremamente democrática: os dados obtidos em todos os experimentos são compartilhados livremente com milhares de cientistas no mundo inteiro. Ficou provado também, portanto, que as atuais leis que regem a propriedade intelectual na maioria dos países protegem apenas as grandes corporações, sendo absolutamente nefastas para desenvolvimento da ciência. É preciso garantir o livro compartilhamento de toda e qualquer informação, seja ela científica, cultural, política ou de qualquer outra natureza. As novas leis que estão sendo votadas em vários países, sobretudo EUA e Europa, e que regulam o uso da internet e criminalizam compartilhamento de informação, sob a justificativa da “proteção” dos autores, vai na contra-mão da história. Puxa a humanidade para trás.

    O espírito da ciência e o socialismo
    O que buscam os cientistas do CERN quando enviam os dados de seus experimentos para colegas do mundo inteiro? A resposta é simples: buscam críticas ao seu trabalho. Querem que outros cientistas encontrem os erros que eles não encontraram. Tal é o espírito da verdadeira ciência: a verdadeira ciência é movida por grandes paixões e hipótese visionárias, mas é rigidamente controlada pelo pensamento cético. A ciência não busca respostas fáceis e fábulas reconfortantes. A ciência busca a verdade. Só a verdade lhe interessa, por dura, incômoda ou vulgar que seja.

    O socialismo, ao libertar a sociedade das amarras da propriedade privada e do lucro, dará à ciência um impulso nunca visto. A ciência verdadeira, sinônimo de liberdade e humildade, será ensinada nas escolas, na internet, nos programas de TV (ou outras tecnologias que venham a ser criadas) de maneira profunda e interessante, e substituirá as atividades fúteis e alienantes que preenchem hoje a infância de nossas crianças. A população será cientificamente culta. Dessa população culta e consciente, se destacarão em número inacreditável para nossos padrões atuais, os novos gênios do mundo comunista. As mais fantásticas obras da ficção científica serão realidade em nosso cotidiano e o cidadão comum terá acesso não apenas ao fruto da ciência, ou seja, à tecnologia, como é hoje, mas conhecerá o próprio processo científico. Será mais consciente de si mesmo e do mundo a seu redor. A simples curiosidade, característica dos mamíferos superiores (e não devemos esquecer nunca que somos apenas uma entre as várias espécies de mamíferos) trouxe o homem até aqui. No futuro, conduzirá a humanidade muito além, até fronteiras jamais sonhadas.

  4. PSTU - Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado disse:

    pstu@pstu.org.br

    Convenção lança alternativa socialista à prefeitura de São Paulo

    Ana Luíza, servidora pública federal, será uma alternativa à falsa polarização entre PT e PSDB

    DA REDAÇÃO

    Fotos Sérgio Koei

    Ana Luíza será alternativa socialista nessas eleições em São Paulo

    • No dia 16 de junho, sábado, o PSTU anunciou oficialmente a candidatura da servidora Ana Luíza Figueiredo à prefeitura de São Paulo. A convenção reuniu cerca de 120 pessoas na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, entre professores, servidores públicos, estudantes, ativistas de movimentos populares, bancários e operários.

    Durante a convenção, Valério Arcary, em nome da direção nacional do PSTU, resgatou o histórico de lutas de Ana Luíza, que já militou em diversas categorias como bancários, e foi uma das fundadoras do Sindicato dos Trabalhadores da Justiça Federal de São Paulo (Sintrajud), tornando-se uma das principais dirigentes do funcionalismo público atualmente. “Há 30 anos, esta mulher dedica sua energia à luta dos trabalhadores. E é com este passado e presente que a nossa candidata apresentará nestas eleições um programa socialista e revolucionário para a cidade de São Paulo, contra a falsa polarização do PT e PSDB”, anunciou Arcary.

    Também foram apresentados os nomes do partido para a Câmara Municipal. Entrarão na disputa a dirigente metroviária Marisa Santos, a professora municipal Lourdes Quadros e o professor da rede estadual João Zafalão.

    São Paulo para os trabalhadores
    Com o lema “São Paulo para os Trabalhadores”, a candidatura de Ana Luíza será uma alternativa aos candidatos do PT e PSDB. Mais que em qualquer outro lugar, as eleições em São Paulo refletem a disputa nacional entre essas duas forças políticas que, diluídas qualquer diferença ideológica ou política, hoje se reduz à mera disputa do aparato de Estado.

    De um lado, o ex-ministro da Educação Fernando Haddad (PT) que, através da política do Reuni, intensificou o sucateamento das Instituições Federais de Ensino, o que levou professores e estudantes a realizarem uma das maiores greves do setor há anos. Para piorar nesse dia 18 o PT anunciou a aliança com Paulo Maluf, um dos símbolos da corrupção no país cujo nome consta na lista de procurados da Interpol. Do outro lado, José Serra, do PSDB, partido diretamente responsável pelas privatizações no Governo Federal nos anos 1990 e, mais recentemente em São Paulo, pela brutal repressão às famílias do Pinheirinho. Em contraponto à frente popular e à direita tradicional, Ana Luíza apresentará um programa para os trabalhadores da cidade de São Paulo.

    “Nestas eleições, apresentaremos um programa para os trabalhadores, mostrando que é possível enfrentar os gravíssimos problemas sociais da nossa cidade ao rompermos com o domínio das grandes empresas. Seremos financiados pelos trabalhadores e a nossa candidatura estará a serviço das suas lutas”, declarou a candidata Ana Luíza.

    Um programa dos trabalhadores
    Durante todo o dia de sábado, os militantes, simpatizantes e convidados discutiram um programa socialista para a cidade. O renomado sociólogo Chico de Oliveira saudou o seminário e as candidaturas do PSTU, apontando a importância de partidos de esquerda que não se venderam e não mudaram de lado. O seminário de programa eleitoral discutiu temas como Saúde, Transporte, Reforma Urbana, Educação, Opressões (machismo, racismo e homofobia), e as lutas sociais que ocorrem no país e no mundo atualmente.

    Além de debater os principais problemas da cidade sob um ponto de vista de classe, os participantes fizeram questão de apontar medidas concretas para resolver cada questão, atacando os privilégios dos ricos para construir uma São Paulo para os trabalhadores.

  5. Stairway To Heaven disse:

    Stairway To Heaven-Led Zeppelin

    There’s a lady who’s sure all that glitters is gold
    And she’s buying a stairway to heaven
    When she gets there she knows if the stores are all closed
    With a word she can get what she came for
    And she’s buying a stairway to heaven
    There’s a sign on the wall, but she wants to be sure
    ‘Cause you know sometimes words have two meanings
    In a tree by the brook there’s a songbird who sings
    Sometimes all of our thoughts are misgiven
    Oh, it makes me wonder
    Oh, it makes me wonder
    There’s a feeling I get when I look to the west
    And my spirit is crying for leaving
    In my thoughts I have seen rings of smoke through the trees
    And the voices of those who stand looking
    Oh, it makes me wonder
    Oh, really makes me wonder
    And it’s whispered that soon, if we all call the tune
    Then the piper will lead us to reason
    And a new day will dawn for those who stand long
    And the forests will echo with laughter
    If there’s a bustle in your hedgerow, don’t be alarmed now
    It’s just a spring clean for the may queen
    Yes, there are two paths you can go by, but in the long run
    There’s still time to change the road you’re on
    And it makes me wonder
    Your head is humming and it won’t go
    In case you don’t know, the piper’s calling you to join him
    Dear lady, can you hear the wind blow
    And did you know your stairway lies on the whispering wind
    And as we wind on down the road
    Our shadows taller than our soul, there walks a lady we all know
    Who shines white light and wants to show
    How everything still turns to gold and if you listen very hard
    The tune will come to you at last
    When all are one and one is all, yeah
    To be a rock and not to roll
    And she’s buying a stairway to heaven

  6. aluna da Unifesp disse:

    A verdade é que vocês estão dificultando a finalização da greve, essa minoria que idealiza que todas as pautas serão atendidas está dispostas a ficar a vida inteira em greve.
    Você não estão deixando espaço para a maioria que quer voltar às aulas. A minoria está governando mais uma vez. E vocês ainda se dizem democratas.

    • Outra aluna da UNIFESP disse:

      E o pior, muitas das pautas reivindicadas são apenas picunhas pra fazer jogo de poder.
      Eles não estão nem aí com a maioria dos alunos que querem voltar as aulas, são mera peças nesse joguete chamado politica partidaria.

    • autentico disse:

      teste

      • autentico disse:

        O problema é muito mais grave do que pessoas com visão superficial tem condições intelectuais para entender. A estrutura Universitária do país está comprometida e o momento de discutir e garantir o futuro educacional é agora. Eu sei que é muito exigir isso de pessoas que escolheram a área de humanas simplesmente porque se sentiram inaptos para as áreas de exatas e biomédicas. Para estar na área de humanas tem que ter vocação política e ter coragem de reivindicar todos os seus direitos e ter uma visão ampla ao ponto de abrir mão dos direitos individuais e imediatistas por uma conquista coletiva e perene. Não se trata de reivindicar esmola com o chapéu na mão e voltar com o rabo entre as pernas para as salas de aula do CEU, se trata de ter garantidos os direitos e não ouvir apenas promessas. É exatamente isso que está acontecendo em todas as universidades do Brasil, só existem promessas vazias e que só o trabalho de alguns alunos vocacionados para a área de humanas possibilitou a denuncia e a prisão do reitor Edson Ary Fontes da IFPA no dia 28/06/2012. Este é o exemplo que fica para quem estuda ciências humanas, um mero diploma na parede não vale nada, o que vale é aprender os valores da dignidade humana e coletiva..

        • Pense bem no que escreveu disse:

          Você é um autêntico babaca. Não posso julgar seu intelecto ou quociente de inteligência somente por este comentário que escrevera, mas, com certeza, posso afirmar e reafirmar que você é um babacão, colega.
          Quanto ao fato de você achar que muitos escolheram humanidades porque são inaptos em outras áreas, simplesmente é digno de pena; sinto pena de você, por pensar assim. Talvez estivesse se olhando no espelho quando falou a respeito.

  7. Alpha disse:

    Uma pergunta que não quer calar: POR QUE AINDA NÃO PUBLICARAM O VÍDEO DA SEGUNDA REUNIÃO DE NEGOCIAÇÃO????? O que há nele que o C.G não deseja que vejamos e, principalmente, concluamos?

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