Saiu na mídia: Ocupações UFRN e UFSC

Servidores em greve ocupam auditório da Reitoria da UFRN
http://tribunadonorte.com.br/noticia/servidores-em-greve-ocupam-auditorio-da-reitoria/225512
 
Servidores técnicos fecham reitoria e professores aderem à greve da UFSC
http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2012/07/professores-da-universidade-federal-de-santa-catarina-entram-em-greve.html
 
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5 respostas para Saiu na mídia: Ocupações UFRN e UFSC

  1. Outras Perspectivas disse:

    A greve é um direito e como todo direito, comporta limitações.

    Para se ter a idéia do limite imposto ao trabalhador/CG em exercer seu direito de greve deve-se ter em mente os limites existentes ao gozo dos direitos conferidos a todos os cidadãos.

    Ou seja, a greve é um direito conferido ao trabalhador, mas não é um direito absoluto, devendo observar e obedecer os outros direitos previstos no ordenamento jurídico, como os direitos e garantias fundamentais conferidos a todas as pessoas.

    Como exemplo dos direitos a serem respeitados deve-se ter em mente que nosso ordenamento jurídico assegura às pessoas o direito a liberdade, a propriedade, a segurança, a liberdade de pensamento e opinião, direito a vida privada, à locomoção, o respeito às convicções políticas e filosóficas e ainda o respeito à imagem das pessoas.

    Especificamente, deve-se citar como exemplo de violações ao direito de greve, a realização de piquetes violentos ou a destruição dos bens da empresa ou Universidade.

    Deve-se ressaltar que as limitações não desvirtuam o direito à greve, mas tão somente protegem a sociedade contra eventuais abusos e prejuízos que poderiam advir do movimento.

    Na realidade, uma das mais importantes limitações impostas ao movimento grevista é a possibilidade de responsabilização dos infratores pelos abusos cometidos.

    Assim qualquer conduta que viole qualquer destes direitos será ilegal e configurará abuso do direito de greve, podendo o infrator ser responsabilizado nas esferas trabalhistas, civis e até criminais.

    Também é vedada a paralisação total das atividades, quando este ato importar em prejuízo irreparável para as empresas(ou estudantes), ou seja, quando a paralisação importar em deterioração irreversível de bens, maquinas e equipamentos do empregador ou puder afetar a manutenção das atividades do mesmo.

    Como exemplo desta vedação legal deve-se citar as empresas do setor de aço, no qual a paralisação das atividades de seus empregados poderá ensejar na deterioração irreversível de seus altos-fornos.

    assim, para estas empresas também constitui requisitos de validade do movimento grevista a elaboração de uma escala mínima como o objetivo de evitar tais prejuízos ao empregador.

    Também como exemplo de limitação, deve-se citar a obrigação de retorno imediato após a conciliação ou a setença normativa.

    Dispõe o artigo 14 da Lei 7783/89 que os empregados deverão encerrar imediatamente o movimento grevista quando da celebração do acordo ou convenção coletiva de trabalho ou após a decisão da judicial acerca da questão;

    • Outras Perspectivas disse:

      Esta Greve tem caráter político – Já passa do limite do razoável o radicalismo.

      • Google disse:

        Continua a greve ou “férias fora de época da UFMT”
        redação com informações da assessoria.

        A greve da UFMT, que alguns setores costumam chamar de “férias extemporâneas”, entra no seu nono dia, sem data determinado para acabar. A greve começou no dia 17 de maio de 2012 e, parte da categoria tem consciência de que a mesma resultará em nada, conforme ocorreu em vezes anteriores. O governo do PT não respeita greve. O governo conseguiu aparelhar o movimento sindicalista brasileiro, a partir das Centrais. Hoje, as principais lideranças sindicais do país ocupam cargos em conselhos de estatais, além de receberem verbas através de ONGS para realizar o que o governo tem obrigação de fazer e não faz. Lembrando o Bóris: “Isso é uma vergonha”.

        Na manhã de sexta-feira (25), em um assembléia que contou apenas com a presença de 95 professores grevistas da UFMT, além de alunos e representantes de movimentos sociais, os grevistas aproveitaram para fazer uma avaliação do movimento.

        O comando garantiu que a greve atual já é mais forte do que a realizada em 2005. “Das 64 instituições de ensino superior do país, 46 já aderiram ao movimento”, garantiu um dos integrantes do comando. Alunos do mestrado de Política Social do Departamento de Serviço Social emitiram moção de apoio à greve. Leia a moção aqui.

        A Comissão de Ética do Comando Local de Greve informou que já recebeu 20 pedidos de liberação de atividades e que negou apenas quatro. A intenção é flexibilizar para que a greve não prejudique projetos para os quais a paralisação possa causar danos irreparáveis.

        Hoje, segunda-feira (28), os professores acompanharão a reunião do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), em que será votado o pedido de suspensão do calendário acadêmico protocolizado pelo Comando Local de Greve. O Conselho, formado por diretores de institutos e pró-reitores, é presidido pela reitora da UFMT Maria Lúcia Cavalli Neder. Leia aqui.

        Numa prova de que não deseja dialogar, pois acredita muito mais no aparelhamento sindical, o governo desmarcou a reunião que teria com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN), com representantes dos ministérios do Planejamento e Educação, no GT Carreira. Este seria o primeiro encontro dos docentes em greve com o governo desde o início da paralisação, no dia 17 de maio, e estava marcado para hoje (28), no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). Leia aqui.

        “No final, todos voltam. Acredito que não haverá ganhos, pois o governo mantém o movimento sindical sobre controle”, garantiu um professor que não concorda com a greve. Pelo jeito a greve resultará mais uma vez em nada. Alguns professores que deveriam está na assembléia, aproveitam o período de greve para viajarem a passeio ou a estudo.

        • J disse:

          Greve.KKKKKKKKKKKK. A grande mídia só dá notinhas e o governo que o sindicato apoia não está nem aí para a tal greve. Já foi o tempo que a greve era um importante instrumento de luta dos trabalhadores. Com o governo do PT e, com o sindicalismo atrelhado, greve não vale nada.
          Todo mundo sabe que essa grave vai dá em nada, inclusive os próprios integrantes do comando sabem. Concordo o sindicalismo brasileiro virou capacho do governo do PT. Não existe mais sindicato sério no Brasil.

          • Alguém que sabe pensar disse:

            Exatamente, esse movimento escroto aí só serve pra perder aula.

            E aliás, se greve realmente prejudicasse o governo ela não seria aprovada por lei 🙂 Pensar o contrário é uma bela ilusão.

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