Informe do Comando Nacional de Greve Docente

Avaliações da proposta do governo

CNG/ANDES-SN

Comunicado Especial

https://docs.google.com/file/d/0Bzz4VZkJH1bscElSZXhsd1dmNVU/view?pli=1&sle=true

SINASEFE

A farsa da proposta do governo

http://www.sinasefe.org.br/v3/index.php/greve-do-sinasefe/noticias/374-a-farsa-da-proposta-do-governo

Relato sobre a reunião com o MEC

http://sinasefemt.org.br/noticias/Ver/48/relato-sobre-a-reuniao-com-o-mec

COMANDO LOCAL DE GREVE – UFG

Governo propõe redução salarial aos professores

http://greveufg.blogspot.com.br/2012/07/governo-propoe-reducao-salarial-aos.html?spref=fb

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18 respostas para Informe do Comando Nacional de Greve Docente

  1. Governo Federal disse:

    Governo concede reajuste a todos os professores de ensino superior da rede federal
    O Governo Federal propôs nesta sexta-feira, 13 de julho, um plano de carreira, a vigorar a partir de 2013, às entidades sindicais dos professores dos Institutos e das Universidades Federais.
    A proposta permite visualizar uma mudança na concepção das universidades e dos institutos federais, na medida em que estimula a titulação, a dedicação exclusiva e a certificação de conhecimentos.

    Reduz de 17 para 13 os níveis da carreira, como forma de incentivar o avanço mais rápido e a busca da qualificação profissional e dos títulos acadêmicos.

    O Governo Federal vem cumprindo integralmente as propostas negociadas em 2011. Aplicou em 2012, por meio da medida provisória 568, editada em maio, com efeito retroativo a março, o reajuste de 4% nos salários e a incorporação das gratificações aos vencimentos básicos.

    Em reunião realizada com os representantes sindicais dos professores, coordenada pelo secretário de Relações do Trabalho do MPOG, Sérgio Mendonça, com a presença de representantes do Ministério da Educação, o Governo Federal propôs o seguinte plano:

    Todos os docentes federais de nível superior terão reajustes salariais, além dos 4% concedidos pela MP 568 retroativo a março, ao longo dos próximos três anos.

    O salário inicial do professor com doutorado e com dedicação exclusiva será de R$ 8,4 mil. Os salários dos professores já ingressados na universidade, com título de doutor e dedicação exclusiva passarão de R$ 7,3 mil para R$ 10 mil.

    Ao longo dos próximos três anos, a remuneração do professor titular com dedicação exclusiva passará de R$ 11,8 mil para R$ 17,1 mil.

    No caso dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, além da possibilidade de progressão pela titulação, haverá um novo processo de certificação do conhecimento tecnológico e experiência acumulados ao longo da atividade profissional de cada docente.

    Desta forma, o Governo Federal atende a reivindicação histórica dos docentes, que pleiteavam um plano de carreira que privilegiasse a qualificação e o mérito. Além disso, torna a carreira mais atraente para novos profissionais e reconhece a dedicação dos professores mais experientes.

    Finalmente, com a sanção da lei 12.6772012, o Governo Federal criou 77 mil novos cargos para professores e técnicos para as universidades e institutos federais.

    Veja mais na página da Andifes: http://www.andifes.org.br

    Fonte: Andifes
    16/07/2012 09:55

  2. Acorda Cidadão! disse:

    “A notícia que se alastra pelas mídias é que o benevolente governo concederá reajuste salarial de até 45% aos professores. Ora, porque continuar em greve então? Talvez achem que a capacidade de leitura e de matemática dos nossos professores anda tão ruim quanto o dos alunos despreparados e desmotivados que chegam em muitas universidades reféns de um ensino básico medíocre. Enganaram-se. A manchete que deveria estampar a capa de todos os jornais, após uma reflexão sobre os dados, é: Governo propõe redução salarial aos professores.”

    http://greveufg.blogspot.com.br/2012/07/governo-propoe-reducao-salarial-aos.html?spref=fb

    • Professora Doutora disse:

      Eu voltaria hoje à Universidade se fosse possível, mas não depende só de mim – apesar de muitos colegas compartilharem da mesma vontade. Gostei da proposta e a endosso.
      O que ocorre de fato é a existência de muitos entraves político-partidários. Necessitamos urgentemente que os poderosos, os que manejam as “cartas”, sentem-se feito cavalheiros à mesa e entrem num acordo. Neste jogo, não pode ter somente um grupo “vencedor”, um “empate” cai muito bem para todos os jogadores.

      Peço aos estudantes que não desistam da Universidade. Muitos campi têm “deficiências”, mas não justifica a parada total das atividades.

      • aluno unifespiano disse:

        Com ou sem assembleia discente vamos voltar em agosto para as aulas na unifesp!!!Já perdemos um semestre inteiro,não quero ser um estudante vitalício dentro da universidade,como uns por aí!!E não existe movimento proletário estudantil!

  3. Pensar é a solução disse:

    O filósofo e a justiça

    Com questões práticas sobre riqueza, impostos, crimes, prêmios e castigos, o professor americano Michael Sandel transforma aulas de filosofia em eventos disputadíssimos

    O bilionário fundador da Microsoft, Bill Gates, ganha dinheiro tão rapidamente que pode fazer mau negócio se parar para pegar uma nota de US$ 100 que encontre no chão. Numa sociedade com desigualdade crescente como a americana, é justo que Gates ganhe tanto assim? Não seria bom para todos cobrar dele mais impostos, a fim de melhorar a situação dos pobres? Mas transferir para outros o dinheiro que Gates ganha legalmente não equivaleria a obrigá-lo a trabalhar de graça, algo que a sociedade decidiu há muito tempo acabar, ao abolir a escravidão? Se as perguntas despertam em você a vontade de argumentar, aqui vai uma dica: não há resposta certa.

    (Foto: Tim DeFrisco/Allsport/Getty Images, Win McNamee/Getty Images e Hulton Archive/Getty Images)

    Dissecar dilemas morais e éticos como esse, sem nenhuma preocupação em definir o lado certo e o errado, é um dos programas de verão mais disputados por estudantes da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, desde 2004. À frente da classe, com a mão firme de um cirurgião revelando camadas e mais camadas de cada questão proposta, está Michael Sandel, filósofo, escritor, palestrante, fenômeno de popularidade e – seu papel mais importante – professor que consegue níveis impressionantes de atenção e participação dos alunos.

    O curso ministrado por Sandel foi o primeiro da história a ser publicado em vídeo integralmente por Harvard na internet, há três anos. Apelidado de Justice, ou Justiça (seu nome é Razão moral 22), ganhou um site próprio, e as 12 aulas ministradas em 2005 foram reproduzidas no YouTube. A primeira delas, que questiona se um assassinato pode ou não ser moral a depender de seus fins, foi clicada mais de 3,7 milhões de vezes. Se todos os visitantes virtuais a assistem, isso significa que a aula de filosofia chega a um público equivalente a 100 turmas diárias de 40 pessoas.

    Ao publicar os vídeos, Harvard apenas reagiu a uma demanda sem precedentes. Desde o início dos anos 2000, havia regularmente mais de 1.000 alunos interessados pelo curso de Sandel, numa universidade em que um quinto desse total já significaria uma procura bem grande. Em 2007, Sandel bateu o recorde de Harvard, com 1.115 estudantes matriculados numa disciplina. O curso dura de setembro a janeiro e, ano após ano, a universidade se vê obrigada a reservar para ele seu maior auditório, o Sanders Theater, anteriormente aberto só para grandes eventos e discursos de personalidades, como o ex-premiê soviético Mikhail Gorbachev ou o primeiro-ministro britânico Winston Churchill (1874-1965). Para 2011 e 2012, a universidade limitou a 1.000 o número de matriculados.

    As aulas deixaram o professor famoso e se desdobraram em eventos pagos e lotados – Sandel excursionou por Japão, Coreia do Sul e China, onde foi considerado “a mais influente personalidade estrangeira” de 2010 pela edição local da revista Newsweek. Por duas vezes, em 2005 e 2010, ele foi uma das estrelas do TED. Neste mês, dará uma palestra paga na Igreja de Todos os Santos, em Los Angeles, com capacidade para 600 pessoas. O tema será “O limite moral dos mercados”. Em agosto, virá ao Brasil, a convite da consultoria Amana Key, para falar a empresários, executivos, funcionários públicos (com ingresso pago) e estudantes universitários (convidados). “Eu o ouvi em Boston por uma hora. Fiquei impressionado com o jeito de ele tratar de dilemas cheios de áreas cinzentas, que exigem capacidade de julgamento muito refinada”, afirma o consultor Oscar Motomura, responsável pela vinda de Sandel ao Brasil.

    O que torna uma aula de filosofia tão atraente para tanta gente? Sandel vem aperfeiçoando o método há quase três décadas. Em 1980, aos 27 anos, pouco antes de se tornar doutor por Oxford, começou a ministrar seu curso de filosofia moral em Harvard. Aos 32, recebeu um prêmio dado anualmente por um comitê de alunos e professores da universidade a três mestres que demonstrem “excelência na capacidade de ensino e preocupação pelos estudantes”. Nos anos 1990, o curso ganhou o formato atual e o apelido que o tornou célebre, Justiça.

    Sandel não tem um carisma especial, não faz muitas piadas nem usa recursos tecnológicos para chamar a atenção. Em vez disso, conduz uma aula bem preparada e ensaiada, com uma linha de raciocínio bem clara. Convida os alunos a participar, individualmente ou em grupo, o tempo todo, no melhor espírito socrático. Inclui as contribuições e dúvidas deles no debate e continua a se aprofundar nos dilemas morais e éticos que propõe. Em momentos-chave das aulas, para lidar com situações específicas, traz ao palco o pensamento de gigantes como o grego Aristóteles, o alemão Immanuel Kant ou o americano John Rawls, de maneira simples mas não simplória. Como resultado, cada aula oferece uma gratificante jornada intelectual.

    Embora o mais importante nas aulas sejam as questões, é natural que os alunos e os espectadores anseiem por respostas. Sandel não as fornece facilmente. O curso Justice e o livro que dele nasceu, Justiça: o que é fazer a coisa certa (2011, Civilização Brasileira, R$ 39,90), deixam as respostas em segundo plano e se concentram nas virtudes do debate e da reflexão. O grande objetivo de Sandel é exortar cada cidadão – aluno ou internauta – a usar a filosofia como ferramenta para enfrentar seus dilemas e dúvidas, em vez de fugir deles, e assim tomar decisões melhores no dia a dia.

    O curso todo se desenrola entre duas grandes arenas de pensamento. De um lado, a importância e a fragilidade da liberdade individual, a identidade do cidadão, os direitos fundamentais da pessoa, a força da livre-iniciativa empresarial. Do outro, os direitos difusos, o bem-estar coletivo, a identidade do grupo e os propósitos comuns a uma sociedade. Quem acompanha o curso percebe um vislumbre de qual seria a resposta de Sandel aos problemas que apresenta – a simpatia do professor pende para o segundo conjunto de valores.

    Em seu livro mais recente, What money can’t buy (O que o dinheiro não pode comprar, ainda sem título em português, a ser lançado em agosto no Brasil pela Editora Civilização Brasileira), Sandel faz um alerta sobre o que considera excessos na aceitação dos interesses egoístas e na transformação do mundo em mercadoria. Ele se opõe a ideias como as propagadas por seu colega em Harvard, o economista Roland Fryer, que vê benefícios em recompensar com dinheiro a criança que tira notas especialmente boas na escola, ou as do ganhador do Nobel de Economia Gary Becker, que já imaginou a possibilidade de países ricos pagarem a países pobres para admitirem refugiados em seu lugar.

    Os alertas de Sandel encontram ressonância no sentimento de grande parte da população, especialmente num momento em que os Estados Unidos mal se recuperam de uma crise nascida no sistema financeiro. A identidade com uma certa indignação das classes média e baixa contribui para tornar o pensamento de Sandel mais difundido, mas certamente não mais original nem provocativo. Se brilha menos como pensador, Sandel faz história como um espetacular profissional de ensino – e essa contribuição é mais que se poderia exigir de qualquer filósofo.

    Curso Justice, com o professor Michael Sandel
    Aula: The moral side of murder

  4. Jurassauro disse:

    Será que vamos perder o segundo semestre também?!

    Só porque o Jurassauro e sua trupe não gostam de estudar e não querem se formar, quem quer tem que ferrar?

    • Greve tediosa disse:

      Nossa ninguém aguenta mais essa palhaçada!!!
      É tedioso até para o mais ardoroso preguiçoso, nossa não sei como essa cambada de vagabundo aguenta.
      Estou sentindo na pele o que é fazer parte do movimento estudantil, sinceramente acho que eles deveriam receber um troféu por inanição estudantil. Muitos deles chegam 10 horas no campus UNIFESP e ficam sem fazer porra nenhuma o dia inteiro, nem ao menos entram na sala de aula ou na biblioteca.
      Me fala como vocês conseguem não fazer nada por tanto tempo?
      Já sei mamãe ensinou que não precisava nem lavar o próprio prato de comida que come.Parasitas da sociedade!!!!
      Quando a gente cobra qualquer da sociedade saiba que a gente também tem o dever de retribuir.
      Direito implica deveres.

      • Alex disse:

        Esta é uma possível leitura (viciosa), de quem acompanha o objeto de analise(a greve) de longe, outra leitura,estamos na luta resistindo aos ataques não somente do Estado,mas do sistema de modo geral que pretende privadiza o ensino público..
        (Rodas fazendo escola).

  5. Alex disse:

    Estamos em uma greve geral,mas que ainda não é geral.Precisamos fazer uma unidade para derrotar a intransigência do governo federal.Vamos sair as ruas.Contra a criminalização dos movimentos sociais..(.
    Estamos fortes).
    As eleições de Fernando Haddad vai ser comprometida se não houver negociação..
    (Obs:O PT,,vai forçar negociação entre estudantes,professores e funcionários,estamos todos no momento mais sensível e na crista da onda..

    FORÇA!FORÇA!FORÇA!

    • Politicóides disse:

      Então é só politica mesmo, né??
      Que se foda a educação!!!

      • Alex disse:

        A educação está subordinada aos interesses políticos,por isso,nós tanto debatemos as questões políticas.Não que uma seja melhor que a outra,mas que são peças do mesmo quebra-cabeça..

        • Politicóides disse:

          Tá!!!! Me engana que eu gosto!!!!
          Frase feita que só convence um ignorante e que na pratica só serve para beneficiar a poucos e que só pode ser repetida por um idiota.

          • Alex disse:

            O debate para ser minimamente construtivo deve que ambas as partes se sujeitam a falar e a escutar,..caso exista um dogma de uma das partes,é bom q não se inicie a discussão,pois atendencia é de partir para ataques como muitos são alheiamente feitos..Estou aberto para discussão,..Estou indo,antes,como você resolve o problema da educação?O que difere a educação da metrópole para as demais?Abraços!!

  6. spirituarise disse:

    Chantagistas malditos, já não é o suficiente o cidadão de bem ter de trabalhar a vida inteira para sustentar vocês, quando é que vocês vão começar a respeitar quem coloca comida em suas bocas?

    Greve é, por acepção, uma quebra do contrato que você assinou com o seu empregador afirmando que aceitaria trabalhar naquele horário como também por aquele salário, ao invés de fazer baderna na rua. Para mim, elas não apenas careceriam serem todas criminalizadas como abusos aos direitos de outrem, mas também, em um mundo justo, os grevistas seriam sujeitados a reembolsar as perdas e danos do patrão em razão da paralisação.

    Vejo a hora em que um Varão sulista separatista ambicione poder o suficiente e esteja disposto a privatizar todas as universidades e escolas públicas deste país, e como primeira medida, demita todos os funcionários públicos, este câncer.

  7. spirituarise disse:

    Sinto-me extremamente preso em um terrível dilema, Odeio os Maconheiros, As Bichas Foucaultianas, Os travecos, As feminazistas, os viados, Os gayzistas, Os militantes, Os comunistas, os abortistas, os contraculturalistas, Nazistas, enfim, qualquer outra porcaria que se possa imaginar, na medida em que as universidades tornam-se mais democráticas e menos seletivas, o surgimento desses lixos é quase que inevitável, mas há um inimigo muito pior, O estado, por mil diabos, como pode o estado sozinho ser pior que todos esses lixos juntos?

  8. spirituarise disse:

    Aproveito este minguado espaço, para deixar-lhes um pouco de minha filosofia Shinyashiki, Jovens, após décadas de amor profundo aos estudos, pude contemplar e conceber a mais profunda filosofia (Vale também para as vadias Feministas que mostram o rabo para todo mundo como se fosse um frango na grelha) Não importa qual infinita pareça ser a crise infanto-juvenil, O remédio para o fim da mesma, chama-se bater laje, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, não há crise que possa resistir.
    Isso mesmo jovem, abandone suas ilusões e arrume um trabalho.

  9. Alex disse:

    Seus argumentos são todos tão vazios que você apela para os ataques.Eu não sou inimigo de ninguém, justamente ao contrário estamos juntos e sempre estarei aberto para críticas,mas seja política e coerente critique as ideias e não as pessoas ou as coisas..

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