Informe da congregação

Ontem na reunião da congregação foi colocado oficialmente pelo profº Pedro Arantes, membro da comissão de infra-estrutura dos docentes, a possibilidade de irmos para o antigo colégio Agnus Dei, na Av. Salgado Filho – Centro de Guarulhos. 

A comissão de infra-estrutura dos docentes já fez uma visita ao local para avaliar as condições de uso do imóvel.

Isso só reforça o que a matéria abaixo indica, a grande possibilidade de sairmos do Pimentas para o Centro de Guarulhos.

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4 respostas para Informe da congregação

  1. Higor Valente disse:

    Creio que enquanto o prédio Pimentas fica pronto, isso seria a melhor saída, para podermos ter aula, o que não pode é levar o campus pro centro de SP de vez para ficar perto da riqueza, do glamour, e de notas altas.

  2. CUSTO DE UMA LOCAÇÃO

    Seja na fábrica ou no colégio citado, alternativas à utilização do CEU Pimentas e liberação do espaço para a construção do “prédio novo” a saída da da crise “Unifesp Pimentas” aumenta o custo de uma expansão sem planejamento, ou ainda, fica à reboque de soluções “com claro viés elitista”, como sugerem as primeiras opiniões que defendem a saída do Campus do Bairro dos Pimentas, sem esquecer o fundo político ligada e cada proposta que surge.

    Na reunião da Congregação ocorrida no dia 02/08/2012, diante das dificuldades apresentadas com a primeira opção de locação provisória, referendou-se novo estudo de outro espaço, no caso o colégio no centro de Guarulhos. O que causou estranheza é que, no dia seguinte, a Reitoria se pronuncia, primeiro dizendo que um dossiê de alguns professores, que não representa o conjunto da congregação, pode servir de base para a proposta de dividir o Campus em 2 locais diferentes: nos Pimentas e no Centro de Guarulhos, desta forma, não saíria de Guarulhos.

    Não existiriam outras alternativas de menor custo, seja de locação ou ainda da necessidade de implantar “duas estruturas” de suporte, uma vez que a distância vai impôr diversos recursos para suprir as necessidade de uma boa universidade (biblioteca, infra-administrativa, móveis, restaurante, transporte, etc…)?

    Este é o desafio. Se os estudantes não participarem deste processo, primeiro, tenderá a se burocratizar e, em segundo, novo erro poderá ser cometido, atrasando a necessária re-estruturação física da universidade.

    Portanto, passada o período de férias, oportuno voltar as atividades de mobilização, única alternativa de evitar um novo desastre no rumo da Unifesp, uma vez que as instâncias administrativas da Unifesp (Consu, Reitoria, Congregação e Diretoria Acadêmica) demonstraram enorme incompetência desde 2007, chegando ao conhecido estado de precarização física e das relações sociais que, em alguns casos, tornaram “questões pessoais”.

    Neste sentido, somente a efetiva participação dos estudantes, professores e técnicos, sejam pessoalmente ou através de suas organizações políticas poderá contribuir de forma coletiva na construção de alternativas, eliminando de vez este viés burocrático-autoritário, marca registrada e velha conhecida de todos.

    Até o momento, temos apenas “PROMESSAS” como resposta à pauta de reivindicações 2012, sendo promordial buscar alternativas para sua concretização e isto vai depender da nossa capacidade de mobilização, caso contrário, toda esta luta pode simplesmente cair no vazio, principalmente se contarmos apenas com a burocracia da Unifesp.

  3. Pingback: Repasse da última reunião da congregação | Greve Unifesp 2012

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