Repasse da última reunião da congregação

Quinta-feira, 02 de agosto de 2012, ocorreu uma reunião da congregação para discussão das seguintes pautas:

  • Formação de uma comissão para organizar um debate pela permanência ou não da Unifesp no Pimentas;
  • Composição dessa comissão (maioria docente, paridade, quem pode compor a comissão?);
  • Discussão sobre a comissão de acompanhamento da Crise da EFLCH a ser constituída no próximo CONSU;
  • Infra-estrutura: Repasse da comissão dos docentes sobre licitação e prédio da Stiefel;
  • Reorganização do setor administrativo – possível deslocamento para o galpão em frente a universidade.

De forma geral, foi aprovada a comissão que organizará um debate a cerca do tema “Permanência da Unifesp no Pimentas”. Houve a defesa para que essa comissão fosse composta de forma paritária por docentes, téc. administrativos, estudantes, representantes do poder público e movimentos sociais do bairro, no entanto, perdeu por 1 voto para uma proposta de comissão representativa de maioria docente. Essa comissão, a ser composta por 12 docentes, 2 estudantes – um da graduação e um da pós – e 1 técnico administrativo, deverá organizar o debate em forma de colóquio ou seminário a ser discutido em reuniões entre a comissão.

Sobre a comissão que acompanhará a crise da EFLCH, ficou aprovado que ela será constituída no próximo CONSU, quarta-feira, dia 08 de agosto. Durante discussão, o Conselheiro discente Juraci Garcia pontuou que essa comissão estava obscura na visão dos estudantes que não entendiam muito bem do que se tratava. A resposta é que a comissão visa acompanhar a crise da EFLCH e juntamente com a comunidade acadêmica tentar achar soluções para resolução de nossos problemas.

Sobre a infra-estrutura, foi discutido aspectos da licitação que estão obscuros a alguns docentes, sobretudo em relação ao tempo e garantia da construção do prédio. Sobre o prédio da Stiefel, foi apresentado pela comissão dos docentes de infra-estrutura uma questão burocrática que impede a locação do imóvel. Em suma, o dono se recusa a fazer a reforma necessária ao prédio, e, se a UNIFESP for fazê-la, precisará abrir um processo de licitação, o que demoraria mais do que podemos esperar. Também foi apresentada pela comissão a possibilidade de irmos para o colégio Agnus Dei, conforme foi anunciado no blog.

As questões referentes a realocação do setor administrativo para o galpão em frente a universidade, entre outras questões referentes a infra-estrutura, foram deixadas para serem discutidas em uma próxima reunião extraordinária da congregação de única pauta sobre infra-estrutura,  a ser agendada na semana que vem.

Também foi solicitada a inclusão da pauta Repressão ao movimento estudantil e democracia na Unifesp pelo conselheiro discente Juraci, mas a pauta não foi discutida.

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