Comissão prepara discussão sobre o projeto da EFLCH e sua permanência no bairro dos Pimentas

A Comissão incumbida de organizar um evento para o próximo mês que discutirá a crise da EFLCH, seu projeto e localização está com seus trabalhos adiantados.

Uma pré-programação já foi definida pelo grupo de organizadores, composto majoritariamente por professores, representando cada um dos seis departamentos de curso da EFLCH, um membro da Comissão de Infraestrutura da Congregação e um representante da assembleia docente.

A principal discussão do evento girará em torno da polêmica sobre a permanência da EFLCH nos Pimentas. Estão sendo programados três dias de evento, para o início do mês de setembro.

Desde que foi proposto, surgiu a dúvida entre estudantes da necessidade de tal debate, já que tal discussão sobre a saída da Unifesp do Bairro dos Pimentas nunca esteve em pauta no Movimento Estudantil. No início do mês, foi aprovada não só a realização do evento, como também a criação de uma comissão com reduzida participação de representantes dos demais setores da comunidade acadêmica. A proposta para que a comissão tivesse maior participação estudantil, técnicos-administrativos, moradores e representantes do bairro e de movimentos sociais foi derrotada.

No último dia 16, em reunião extraordinária, a Congregação votou favoravelmente pela recomendação de prorrogação do processo de licitação do prédio principal da Unifesp, por 17 votos favoráveis, 12 contrários e 2 abstenções. Este posicionamento será levado ao Reitor e à Pró-Reitoria de Administração da Unifesp que poderão decidir favoravelmente ou rejeitar a decisão da Congregação. O argumento utilizado como motivador do pedido de prorrogação, é da impossibilidade de se ministrarem aulas a partir do início das obras, que ocorreria ainda este ano, caso o processo licitatório ocorresse sem interrupção e da necessidade de mais tempo para discutir a localização e o projeto da EFLCH.

Até o momento a pauta de greve que trata da construção do prédio e local provisório para a permanência durante as obras não foi atendida, com um pedido aprovado pela Congregação da EFLCH para que o processo licitatório seja postergado. Lembrando que a Unifesp já possuía a verba para a construção do prédio e durante o período de greve o MEC efetuou o repasse para o pagamento dos aluguéis.

Confira a pré-programação do Colóquio sobre a permanência da EFLCH

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